Jogador Nº1, novo filme de Steven Spilberg: #EuVi

Bárbara Gaia

31 de março de 2018

Essa semana foi a estreia do tão aguardado novo filme de Steven Spilberg, Jogador Nº1. Tive a oportunidade de ver e foi algo bem diferente que eu esperava. Admito que eu achei que seria algo bem Sessão da Tarde mas tanto o roteiro quanto a direção fizeram com que eu ficasse com os olhos grudados na telona.

Jogador Número 1

A história, baseada no livro Ready Player One de Ernest Cline, narra a aventura quase homérica do adolescente Wade Watts em busca das três chaves escondidas no jogo Oasis que proporcionariam ao vencedor um mega tesouro. E coloca MEGA nisso.

Jogador Nº1 - Parzival
foto: imdb.com

Oasis é um jogo de realidade virtual que faz com que você viva como seu avatar escolhido. Lá as pessoas podem ser o que quiserem e viver como quiserem, em lugares fantásticos e divertidos, muito diferentes da realidade de um mundo pobre e sem muitos recursos de 2045. O jogo foi criado pelo excêntrico James Halliday que antes de falecer deixou um aviso: no Oasis estão escondidas 3 chaves e quem as achar primeiro receberá toda a sua fortuna, calculada em meio trilhão de dólares, e se tornará o sócio majoritário de sua empresa e terá completo controle sobre o Oasis.

Jogador Número 1 - Criador James Halliday e Ogden Morrow
foto: imdb.com

Sendo assim todo mundo, de todos os lugares do mundo, não está mais querendo zerar o jogo e sim participar dessa caçada aos easter eggs do Oasis e se tornar o próximo bilionário e dono absoluto do jogo. Wade Watts é uma dessas pessoas e por ser muito fã de Halliday conhece toda sua história e talvez o que ele tenha deixado nas entrelinhas. E foi em uma dessas sacadas de olhar nas entrelinhas que ele consegue a primeira chave.

Jogador Número 1 - Parzival e o High Five
foto: imdb.com

Só que para conseguir as outras chaves ele vai ter que enfrentar muitos obstáculos, incluindo a ganância do empresário Nolan Sorrento que se torna praticamente seu arqui-inimigo e tenta a todo custo descobrir quem é Parzival (personagem criado por Wade no jogo) para impedir que ele encontre as outras duas chaves. Ainda bem que durante essa trajetória ele conta com amigos que fez no jogo e juntos vão tentar driblar o exército criado por Sorrento para encontrar os easter eggs.

Jogador Número 1 - Nolan Sorrento
foto: imdb.com

Jogador Nº1 é também recheado de ícones da cultura pop dos anos 80 e 90, incluindo filmes, video games e música. Parzival, por exemplo, tem em sua vestimenta uma fivela do símbolo dos Thundercats. E a trilha sonora é quase que uma homenagem ao rock dos anos 80, com músicas do Van Harlen, Bruce Springsteen, Twisted Sister, entre outros.

Para mim foi um filme que junta aqueles elementos clássicos do cinema e que você não tem como não se contagiar por eles. A luta da classe dominada sob a dominante, a descoberta do amor e claro, a tradicional jornada do herói que nunca vai sair de moda. Tanto que Parzival é uma brincadeira com o nome Percival um dos Cavaleiros da Távola Redonda de Rei Arthur (que é um dos meus livros favoritos e tem resenha aqui).

O mais legal foi poder ter visto pela tela do IMAX que a UCI proporcionou para a gente. O filme era em 3D, o que fez com que eu não ficasse lá muito feliz porque como eu uso óculos sempre fico meio tonta quando vejo um filme com esse efeito. Mas até que na tela do IMAX não tive muito disso. Não sei se foi pela tecnologia (o projetor tem resolução 4K) ou pela geometria da tela que parece ser mais côncava, mas eles elementos fizeram com que a experiência não tenha sido tão ruim.

Se você quiser assistir a esse filme em 3D e usa óculos, recomendo escolher a tela IMAX. De qualquer forma veja Jogador Nº1 que vale a pena. É um daqueles filmes que você sai empolgado.

Gramatik Re:Coil Part I – #EuOuvi

Bárbara Gaia

28 de março de 2018

Quando eu digo que minha playlist é uma babilônia com diferentes estilos musicais é porque ela realmente é. Do rock, ao pop, ao jazz, ao rap, tem para todas as ocasiões e humores. Gramatik é um desses artistas que também gosta dessa mistura.

Gramatik
foto: facebook.com/gramatik

Comecei a ouvir suas produções há cerca de uns 2 anos. O músico, nascido na Eslovênia traz em suas faixas a batida eletrônica europeia, o hip hop e um pouco de jazz. Pode ter sido um pouco do jazz que me fez querer escutá-lo ainda mais.

Sua trajetória pela música começou bem cedo, aos 3 anos, quando ficava no quarto da sua irmã mais velha ouvido suas fitas de funk music, jazz, soul music e blues. Dez anos mais tarde, estava ele fazendo seus primeiros beats em um computador e mal sabia que ao compartilhar suas músicas online, ganharia fãs pela Europa e Estados Unidos.

Em 2008 fecha contrato com uma gravadora e lança seu primeiro álbum, chamado Expedition 44 mas foi com o seu segundo álbum, Street Bangerz Vol. 1, naquele mesmo ano, que faria com que ele ganhasse notoriedade mundial. Particularmente é o álbum que mais gosto por conta da música Just Chillin’. É uma mistura de hip hop, jazz e música eletrônica bem acertada.

De lá para cá já foram 9 álbuns lançados e 3 EPs. Seu último trabalho se chama Re:Coli e mantém uma das principais características do músico, que é trabalhar com faixas instrumentais.

Re:Coil, Part 1

Gramatik Re:Coil Part1

Future Crypto começa calmo mas depois ganha uns beats que parece que a música vai ficando em slow motion. Completando a melodia temos o que me lembra um piano e o acréscimo de sintetizadores para um efeito futurista que é a proposta do EP. Não fez muito a minha cabeça e meus ouvidos mas ganha pontos pela sua complexidade.

Goldilocks Enigma tem aquela batida boa acompanhada de pianos, trombones e outros ritmos apresentados no começo que me lembrou o jazz. Pareceu a junção de novos sons com melodias antigas, como se o passado e o presente criassem uma música só deles.

Aymo traz um pouco da cultura nativa da Eslovênia, país de onde nasceu Gramatik, no cenário eletrônico mundial. O nome da música já é um indício porque Aymo é uma palavra que na Iugoslávia significa vamos. Para completar esse conceito que achei, no mínimo surpreendente, foram chamados o trompetista Balkan Bump e o rapper Talib Kweli, diretamente do Brooklyn, NY. O resultado é algo que mistura o tradicional e o cosmopolita sem perder o ritmo e a particularidade dos dois.

Voyager Twins parece uma viagem intergalática com uma reunião de beats eletrônicos com a guitarra e o piano. Eu já conseguia visualizar essa música sendo facilmente usada nas incríveis coreografias feitas por b-boys e b-girls.

Recovery é uma baladinha sem deixar os sintetizadores eletrônicos de lado. Recovery é mais uma das poucas canções do EP (a maioria das produções são instrumentais) que contou com a participação de Eric Krasno. O artista, que já ganhou um Grammy, já produziu álbuns para artistas conhecidos do grande público, como Norah Jones. Suas influências musicais são o jazz, o funk, o rock e o hip-hop e pude ouvir um pouquinho de cada.

Halcyon foi a minha favorita. O começo lembra um pouco do funk music dos anos 70/80 e continuou por toda a faixa, com os beats e a mixagens que já são a marca registrada de Gramatik. Uma faixa boa para empurrar os sofás da casa e dançar como se fosse 1999.

Se você quiser conferir a discografia completa de Gramatik é só acessar seu site e também ouvir no Spotify.

Eu sempre gostei de reality shows de competição. De culinária a moda e música, em um domingo à tarde assisto um atrás do outro. Um desses programas que venho acompanhando há um tempinho é o The Voice USA. A versão americana (porque o The Voice original vem da Holanda) me conquistou não só pelos competidores que já têm voz e qualidade de superstars, mas pela dupla mais querida, mais engraçada e que é a tradução do bromance: Blake Shelton e Adam Levine.

The Voice
foto: reprodução

Esses dois estão desde a primeira temporada (lá nos EUA atualmente está passando a de número 14) como dois dos quatro juízes que escolhem seus candidatos para treinar e vencer a competição somente baseados pela voz. Assim que eles apertam o botão, a cadeira se vira (porque eles ficam de costas para os competidores) e eles veem o rosto de quem elegeu.

Durante esses anos já passaram por essas cadeiras grandes nomes da música como Cee-Lo, Shakira, User, Christina Aguilera, Phareel Williams, Gwen Stefani, Miley Cyrus e Jennifer Hudson. Atualmente, ao lado de Blake e Adam estão Alicia Keys (que já participou das temporadas 11 e 12) e a estreante Kelly Clarkson.

Os shows mais emocionantes de 2018 (em minha humilde opinião)

A fase 1 do The Voice é chamada de Blind Auditions (Audições às Cegas) e consiste na escolha de 12 candidatos para cada juiz formar o seu time. Após isso segue para a fase das Batalhas onde os competidores cantam em duplas e somente um deles é escolhido para as próximas fases, que a partir daí eles cantam individualmente até a escolha do vencedor.

The Voice Season 14
foto: nbc.com

A temporada 14 está passando aqui no Brasil pela Sony e está na fase de Blind Auditons com algumas pessoas já chegaram mostrando a que veio. Assistindo a essas apresentações, separei 5 que achei sensacionais.

Alexa Cappelli tem mesmo a música em si

Fico impressionada com essas crianças e adolescentes prodígios que soltam aquele vozeirão que você nunca ia adivinhar em mil anos que eles conseguiriam cantar daquele jeito. Alexa Capelli foi uma dessas surpresas. A garota de 18 anos cantou sua versão de I’ve Got The Music In Me e surpreendeu a todos.

Adam Levine foi o primeiro a falar que o que chamou a atenção dele foi a conexão dela com a música e a emoção que ela transpareceu em cada verso.

A voz (e que voz!) de Britton Buchanan

Outro adolescente prodígio que se apresentou foi Britton Buchanan que acompanhado de seu violão fez um verdadeiro show cantando Trouble, de Ray LaMontagne, que confesso nunca tinha ouvido antes. Quando o menino de 17 anos começou eu fiquei com a expressão de “é ele cantando mesmo?”

O jazz, o R&B e Christiana Danielle

Christiana Danielle mal começou a cantar e cadeiras viraram. A explicação? Uma versão smooth e gostosa de ouvir de Hotline Bling, do rapper Drake. Alicia Keys ficou encantada com o poder não só da voz de Christina mas também pela criatividade que ela teve em transformar totalmente essa canção. Perguntada sobre seus estilos musicais a candidata disse que adora jazz, soul, blues e country e eu percebi esses estilos misturados nessa versão.

Alicia terminou dizendo que Christina trouxe Ella Fitzgerald (que eu já falei sobre essa incrível cantora de jazz por aqui) em uma canção de Drake e o resultado foi uma bênção aos ouvidos.

Ella Fitzgerald também inspirou Livia Faith

Sim, o jazz sempre vai me comover e dessa vez foi na voz de Livia Faith que cantou o clássico Dream a Little Dream of Me, conhecido na voz de Ella Fitzgerald e Louis Armstrong. Mas dessa vez a voz suave e delicada de Livia deu o tom da canção. O resultado foi uma música ainda mais romântica, que eu escutaria várias vezes e nunca iria me cansar.

Achei legal também que um dos instrumentos favoritos de Livia é o ukelele. Imagina essa música sob o arranjo desse instrumento?

A voz sexy e aguda de Drew Cole

Esse candidato também foi outro que foi só cantar os primeiros versos da música fez um juiz virar a cadeira e o juiz foi Adam Levine. A canção escolhida pode ter influenciado porque Adam já fez uma versão de Sex and Candy e que foi a inspiração para a apresentação de Drew.

O estilo de cantar dos dois é realmente bem parecido com aquele agudo que eu particularmente adoro ouvir nas músicas do Maroon 5.

The Voice Season 14
Que time! foto: nbc.com

Essa semana já começa as Batalhas para selecionar os candidatos para as próximas fases. Se você curtiu minha seleção de apresentações do Blind Auditions e que ser divertir um pouco com as implicâncias de Black Shelton e Adam Levine, pode ver os novos episódios do The Voice às quartas e quintas às 21h no canal Sony.

Tour pelas minhas prateleiras: #EuCurti

Bárbara Gaia

19 de março de 2018

Quem tem o costuma de ver vídeos do YouTube já deve ter encontrado um “Tour pela alguma parte da casa de alguém”. De “Tour pelo minha penteadeira de maquiagem” a “Tour pelo meu homeoffice”, de um tudo você vai achar. E agora tem mais um para a lista: o Tour pelas minhas prateleiras!

Tour pelas minhas prateleiras

Eu já estava na saga de arrumar uma prateleira para o meu quarto há muito tempo e quando finalmente encontrei e arrumei tudo no lugar, deu um orgulho ver tudo lá, bonitinho, e uma vontade de mostrar para o mundo apareceu. Então convido você a um tour pelas minhas prateleiras.

Tour pelas minhas prateleiras

Tudo começou com alguns bonequinhos que estavam sendo lançados no McLanche Feliz. Quando vi, já estava com alguns muitos. Também fui a alguns eventos e festas que tinham uns copos lindos e quando vi, já estava com alguns muitos. Eu estava com um dó de vê-los colocados em um canto dentro do armário e daí veio a vontade de comprar umas prateleiras.

Tour pelas minhas prateleiras

Eu ia ver com um marceneiro mas fui protelando  até que pensei: vamos ser práticas e comprar prateleiras prontas mesmo. Saí a procurar na internet até que encontrei duas na Leroy Merlin que gostei bastante e voilà! Tinha um lugar pra exibir esses bibelôs.

Os bonequinhos

Sabemos que o McLanche Feliz é destinado às crianças mas eu de vez em quando assisto ainda a um desenho animado e jogo um video game. Os primeiros a chegar foram os Minions por conta do filme de mesmo nome que vi mesmo tendo lá meus 30 anos. Depois vieram o Yoshi e o cogumelo do Mario Bros e esses foram a nostalgia de quando eu jogava quando era criança.

Tour pelas minhas prateleiras

Em seguida Finn, Jake e a Princesa Jujuba do desenho A Hora de Aventura que confesso que comprei pela empolgação da galera do trabalho porque eu não assisto muito a esse desenho. Mas Darwin e Gumball, do Incrível Mundo de Gumball eu assistia e eles não poderiam faltar na minha coleção. É o desenho mais non sense e divertido que tinha visto há muito tempo. Para completar a coleção, por enquanto, temos Snoopy e Charlie Brown que tem um lugar especial no meu coração.

Tour pelas minhas prateleiras

Agora estou começando um de Funk Pop. Esses bonequinhos dos olhinhos pretos são tão fofinhos que não resisti. Comecei com a Sininho e com Tuxedo Mask, o par romântico da Serena, do desenho Sailor Moon que era uns dos meus favoritos na infância. Pretendo comprar a Serena mas só tenho encontrado exemplares a preços bem salgados….

Os copos

Nunca achei que começaria uma coleção de copos. O primeiro eu comprei na festa de 1 ano do Malha, que é um espaço dedicado à impulsionar a nova economia criativa carioca. O segundo veio em workshop que fiz na Perestroika, que é uma escola criativa sensacional!

Tour pelas minhas prateleiras

Depois comprei um copinho bem charmoso na festa de 20 anos da Farm. Foi um evento bem bacana que aconteceu no Arpoador que além de desfile, contou com vários shows musicais pela orla. Em seguida veio o copo do ColaborAmerica, um projeto bem interessante que mistura tecnologia, sustentabilidade e responsabilidade social.

O último eu comprei de um loja mesmo, chamada La Fruteria. É um espaço lá em Ipanema dedicado à alimentação saudável e onde você encontra frutas, comidinhas, sobremesas, doces e até a parte de decoração com flores lindas. O copo na verdade é um vasinho mas acho que pode servir de copo também se você estiver com uma baita sede. Achei a mensagem tão bonita que tive que levar pra casa.

Os livros

Tour pelas minhas prateleiras

Como sobrou um espaço grande resolvi completar com uma parte importante da minha vida: a literatura. Entre as prateleiras estão alguns dos meus livros preferidos como Sherlock Holmes, o Diário da Princesa, Rei Arthur e alguns títulos que foram importantes para minha formação profissional como Marketing na Era Digital, de Martha Gabriel, Cibercultura, de Pierre Lévy e Vai Lá e Faz, de Thiago Mattos.

Tour pelas minhas prateleiras

O resultado dessa junção toda até que ficou bem harmonioso. Fez o quarto ganhar um ar ainda mais personalizado e sempre que olho para a prateleira lembro dos momentos legais que cada um desses objetos trouxeram pra mim.

E você? Que histórias têm na sua prateleira?

On My Block – #EuVi

Bárbara Gaia

17 de março de 2018

Seriado que fala sobre o universo adolescente, mais precisamente sobre a fase do ensino médio é o que mais tem por aí. A Netflix já fez duas produções a respeito com 13 Reason Why e Everything Sucks!. On My Block, lançada ontem mesmo, é a terceira a fazer parte desse time mas essa é diferente.

On My Block

A maioria dessas séries giram em todos dos anseios e inseguranças da vida teen. Novos sentimentos, novas aventuras e novos dramas. On My Block tem tudo isso mas além de ser sobre como sobreviver ao ensino médio, mostra como sobreviver à vida, quando ela já começa não dando muitas oportunidades.

On My Block
foto: imdb.com

Jamal, Monse, Ruby e Cesar são quatro amigos que vivem em um bairro pobre de Los Angeles. Jamal é negro e acha que tem seguir o estereótipo do atleta, até porque seu pai foi um grande jogador de futebol americano em sua época de escola e espera que o filho siga seus passos. Acontece que Jamal não curte jogar futebol americano e é um tanto quanto medroso, sempre vê o lado negativo das coisas e está bem apreensivo em jogar limpo e dizer pro pai que não é isso que ele quer.

Monse é a menina do grupo. Não só se vê se tornar uma mulher da noite pro dia e enfrentar o assédio masculino, mesmo ela sendo menor de idade, mas também precisará aprender a se defender sozinha, ainda mais com o pai longe de casa.

Ruby vem de uma família latina e a falta de privacidade é algo que ele enfrenta todo dia, que piora quando sua avó passa a dividir o quarto com ele. O menino está naquela fase que só pensa em meninas e sente que não tem espaço para ele poder também dividir os anseios pelos quais ele está passando.

On My Block
foto: netflix.com

Cesar é o mais adulto e centrado do grupo. Acontece que com a volta de seu irmão ao bairro tudo muda. Isso porque Oscar, o irmão, é líder de uma gangue e tal qual o pai de Jamal, quer que Cesar siga seus passos. Com isso o garoto começa a se afastar de seus amigos mesmo que contra a sua vontade porque acha que não tem como ser diferente, já que a criminalidade se tornou “tradição familiar”.

Uma das cenas que chama a atenção é quando eles estão observando a festa do vizinho e de repente um tiroteio começa na rua. Eles estão correndo para dentro de casa mas durante o percurso ficam adivinhando que tipo de arma está sendo disparada.

On My Block é uma série de comédia mas que aborda de um jeito bem humano como é ser um adolescente em um lugar onde as pessoas fora da sua comunidade não enxergam nem você, tampouco sua comunidade. Eu assisti só ao primeiro episódio e já me surpreendi com um bom roteiro, uma boa direção e a atuação desses 4 adolescentes.

A primeira temporada da série já está disponível no Netflix Brasil e estou me segurando para não assistir tudo de uma vez.

Redes Sociais

Bárbara Gaia

Aqui você vai encontrar tudo que tenho lido, visto, ouvido e curtido ultimamente. Dicas de livros, séries, filmes, músicas, lugares interessantes e mais. Seja bem-vindo(a) ao meu checklist! ;)