Playlist para malhar: #EuOuvi

Bárbara Gaia

16 de janeiro de 2019

Eu sempre fui uma pessoa sedentária e com hábitos alimentares não muito bons. Há uns 2 anos atrás com certeza você não veria por aqui um post com uma playlist para malhar.  Antes meu lanche da tarde do trabalho era um guaraná natural e um salgado e meu exercício era pegar o metrô pra voltar pra casa e ficar na TV.

Resultado: estava com sobrepeso e juntando ao fato que eu tenho escoliose na bacia fazia meu joelho direito reclamar e decidi mudar, em 2017. Entrei para a academia e comecei a fazer funcional na praia, já que meu trabalho era perto dela.

Meu treino funcional que sinto tanta falta…@treinodosapo

Aí também comecei a repensar a forma de me alimentar e passei a inserir frutas e leguminosas em meu cardápio diário. Durante esse tempo comecei a me ver ganhando resistência, o peso diminuindo, o joelho agradecendo e a disposição aumentando para fazer as tarefas do dia a dia.

Confesso que musculação não é algo que eu ame fazer mas acabei me acostumando e fazendo parte da minha rotina. Sei que é para a minha saúde então faço com gosto. Não deixei de comer uma pizza e um hambúrguer mas percebi que eu não precisava me empanturrar. Que comida é para saborear. E assim sigo até hoje.

Percebi que o fato de pensar que exercícios e uma melhor alimentação são fatores que vão fazer toda a diferença na minha vida, especialmente na velhice e que, acima de tudo, tem feito com que eu seguisse a passos pequenos mas definitivos. 😉

E com certeza a música é um dos grandes fatores para que eu consiga realizar os exercícios físicos. Imagina correr ou fazer musculação sem uma trilha sonora? Até porque a música contribui para alguns fatores que vão ajudar você a completar seu treino: ela eleva o nível de prazer durante uma série, diminui a sensação de fadiga e até aumenta a sua potência.

Eu gosto de treinar com músicas que tenham uma batida intensa e contínua. Parece que me ajuda nas repetições e até a marcar o tempo de execução. Minha lista tem muito pop e rock, especialmente aquelas bem agitadas.

Espero que incentive você também caso esteja querendo mudar alguns dos hábitos que estejam prejudicando você. Saúde é algo que não podemos deixar de lado. Precisamos ter foco, força e fé, rs.

Fuller House: #EuVi

Bárbara Gaia

14 de janeiro de 2019

Lembro como se fosse ontem de Full House, ou Três é Demais (até porque revi a série toda de novo no Netflix). Mas falando sério, essa foi um dos primeiros seriados que vi quando veio a tv a cabo em meados dos anos 90. Era aquela série típica de comédia sitcom que fazia a gente rir. Pois bem. Anos se passaram e um spin-off da série chamado Fuller House apareceu na grade do Netflix. Minha reação: preciso conferir.

foto: imbd.com

A história da primeira série, que se passa na década de 80/90, girava em torno de Danny Tanner, um jornalista que se vê pai solteiro de três meninas após perder sua esposa em uma acidente de carro. Para ajudá-lo nessa missão de cuidar das crianças, resolve chamar seu cunhado Jesse e seu melhor amigo Joey para morar em sua casa.

Jesse era um daqueles jovens que só pensava em sua música e em farrear. Joey estava tentando se deslanchar na carreira de comediante. Parece que a combinação não daria muito certo mas aos poucos cada um foi se ajudando e lá se foram 8 temporadas (a série terminou em 95).

Fuller House
foto: imdb.con

Ao longo desse tempo a gente viu DJ, Stephanie e Michelle crescendo e passando pela infância, adolescência e seus perrengues. Tudo isso com muito humor e muitos abraços porque se tinha uma coisa que essa família gostava era de conversar pra resolver os problemas e terminar sempre com um abraço.

Fuller House
foto: imdb.com

Até que um belo dia de 2016, a Netflix vem com a ideia de pegar essa essência Full House e levar para sua série original Fuller House. Nela DJ já é uma veterinária de 30 anos, casada e com 3 filhos. Só que o mesmo infortúnio acontece e DJ  também perde o seu marido, só que durante o exercício de sua profissão, que era de bombeiro.

Se vendo na mesma situação, ela pede ajuda à irmã Stephanie, que agora é uma famosa dj, e Kimmy, sua melhor amiga que era figura certa de aparecer em todos os episódios de Full House. As duas passam a morar juntas com DJ, só que Kimmy leva junto sua filha Ramona e tem que atuar a presença constante do seu ex-marido Fernando.

Fuller House segue a mesma premissa de Full House no quesito comédia. Parece ter o mesmo timming e o mesmo estilo de seu antecessor para fazer as piadas. Mas isso não é ruim não. Se você curte uma comédia leve, estilo Sessão da Tarde, para se entreter em um fim de tarde de domingo, Fuller House é para você.

Fuller House
foto: imdb.com

Vale destacar que a atuação de Juan Pablo di Pace, como Fernando, é divertidíssima. Assim como a de Adam Hagenbuch, no papel de irmão de Kimmy. Ele tem aquele estilo de comédia meio Jim Carrey que sempre faz rir no fim das contas.

Ah! Claro que não poderia faltar a participação do elenco de Full House, com Danny, Joey, Jesse, Rebeca (parceira de trabalho de Danny e esposa de Jesse) e mais outros personagens, aparecendo algumas vezes.

Fuller House
foto: imbd.com

Fuller House começou como uma aposta em 2016  e ganhou mais 4 temporadas (a última temporada foi ao ar dezembro do ano passado). Há rumores de uma 5ª temporada mas nada confirmado ainda.

Se você está à procura de um seriado estilo Friends e tantos outros que marcaram a década de 80 e 90, vai gostar de 05.

O Método Kominsky: #EuVi

Bárbara Gaia

11 de janeiro de 2019

Muitos diriam que quando se chega na “terceira idade” já se viu de tudo, já aprendeu tudo que precisava e a vida segue sem surpresas, sem percalços, na maior calmaria. Mas a gente sabe muito bem que a vida não para de surpreender e Sandy e Norma sabem disso muito bem em O Método Kominsky.

foto: imdb.com

A série original Netflix (Netflix, você tá arrasando diga-se de passagem!) conta a história desses dois amigos de longa data que no alto de seus 60 anos vai enfrentar algumas reviravoltas da vida. Sandy é um renomado professor de atuação que não tem uma relação muito próxima com a sua filha, apesar dela ser quem comanda sua escola de teatro, e até hoje nunca viveu um relacionamento duradouro.

foto: imdb.com

Norman é um famoso agente de Hollywood que ao contrário de Sandy, adotou uma vida mais equilibrada e vive uma vida casada e feliz há muitos e muitos anos. Acontece que infelizmente a mulher de Sandy possui uma doença terminal e pede para quem Sandy cuide de Norman, ainda mais que Norman possui uma filha problemática.

Em meio a todos os problemas que cada um tem, eles encontram um no outro a força e o apoio que precisam para enfrentar tudo. Tudo ainda com uma boa dose de bom humor que sem ele a vida fica mesmo mais difícil.

foto: imdb.com

A série foi criada por Churck Lorre, responsável por fenômenos  da TV como The Big Bang Theory, e traz Michael Douglas e Alan Arkin nos papéis dos protagonistas e estão sensacionais. É incrível ver os dois juntos em cena, parecem mesmo amigos de longa data.

Se você quer uma série para maratonar nesse fim de semana eu indico muito O Método Kominsky. Estou torcendo para que tenha logo uma segunda temporada porque eu vi os oito episódios de uma vez só!

À Procura de Audrey: #EuLi

Bárbara Gaia

9 de janeiro de 2019

Muito tem se falado sobre a depressão nos últimos tempos, especialmente com o lançamento de Bird Box. Tem uma teoria circulando pela internet de que o filme estrelado por Sandra Bullock aponta os estágios da depressão. Esse é um assunto importante que merece ser debatido e o último livro que li, chamado À Procura de Audrey, trata justamente desse tema de uma forma bastante interessante.

À Procura de Audrey

Escrito por Sophie Kinsella, que ficou conhecida mundialmente por Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, o livro conta a história de Audrey. Ela é uma adolescente que, após sofrer ataques de bullying na escola, desenvolve a doença, passa a não querer mais sair de casa e fica usando óculos escuros o tempo todo.

Sua mãe, superprotetora, resolve deixar a filha completar os estudos em casa mas isso tudo passa a mudar quando ela conhece Linus, o amigo de seu irmão Frank. Na história Frank está querendo vencer o campeonato de LoC (que poderia ser uma “versão” do jogo LoL) e montou uma equipe no qual Linus faz parte.

A curiosidade que Linus tem sobre Audrey a faz sair da sua zona de conforto e dessa amizade inesperada surge um namoro. Muito a contra gosto da mãe que acha que a menina não está pronta para viver, digamos, uma vida “normal” nesse momento.

A narrativa de À Procura de Audrey é bem leve e trata desse tema de forma tão delicada que você realmente começa a entender o quadro da depressão e que ele não é simplesmente algo que a pessoa pode reverter do dia pra noite. A depressão é uma doença e o paciente merece ser tratado com o respeito e paciência. É como uma pessoa que quebrou a perna e precisa de muletas. Aos poucos elas vai recuperando o movimento até que não vai mais precisar das muletas e poderá seguir sua vida normalmente.

Para quem conhece alguém que esteja passando por isso e precisa entender um pouco mais, talvez esse livro seja uma ótimo começo. Não pelo lado médico, até porque não é esse o intuito de Sophie Kinsella, mas sim pelo lado humano.

Playlists para se concentrar no trabalho: #EuOuvi

Bárbara Gaia

7 de janeiro de 2019

Poderíamos dizer que essa segunda-feira é quando oficialmente começa a semana de 2019, né? Nessa hora dá uma certa preguicinha e uma saudade dos recessos de fim de ano mas precisamos voltar a produzir porque os boletos não esperam. Quando o assunto é trabalho, eu preciso de um ambiente que favoreça a minha concentração e para isso recorro à música. Descobri algumas playlists no Spotify bem interessantes para isso e resolvi compartilhar com você.

Playlist para se concentrar no trabalho
foto: Simon Abrams

Confesso que para trabalhar prefiro músicas instrumentais porque se eu gosto de uma canção e começa a vir a letra já me imagino em uma karaokê e esqueço o que estou fazendo. Para me ajudar nas tarefas do dia a dia tenho 3 playlists que tenho curtido muito ouvir. Se você também é do time #músicacomletramedistrai, vem comigo!

Lo-Fi Beats

Essa playlist, criada pelo próprio Spotify, apareceu para mim como uma sugestão da própria plataforma. Os artistas que compõe essa lista não são conhecidos, digamos, pelo público mainstream.

Os beats são bem suaves mas tem uma certa ginga boa que poderiam também servir para àquele loungezinho pré-festa que você queira fazer na sua casa antes de começar os hits do momento e colocar a galera pra dançar.

Instrumental Pop Covers

Eu tenho escutando muito essa no momento. Como o próprio nome diz, ela traz uma lista de músicas covers instrumentais dos maiores hits do mundo do pop. A lista é gigante, com mais de 300 músicas, e tem versões de músicas dos Backstreet Boys, Michael Jackson, Charlie Puth, Ed Sheeran, Rihanna, entre outros.

Olhando este perfil descobri outras playlists bem legais. Uma dedicada ao rock e que lá você vai encontrar covers instrumentais de AC/CD, Eric Clapton, Queen, entre muitos outros. A outra é focada somente na boa e velha guitarra.

Mad Swing Rap Jazz

Tenho que admitir que essa playlist foge uma pouco da regra porque você vai encontrar músicas cantadas mas as escolhas são ótimas para quem quer ficar focado, que eu consigo passar horas escrevendo (sou redatora) numa boa e sem ficar dispersa.

A playlist, criada por Pedro Botafogo, já foi citada por aqui em um post que falei sobre minhas playlists favoritas no Spotify. Acontece que eu também tenho gostado dela para trabalhar e merece um espacinho aqui também.

Espero que você tenha gostado das minhas escolhas e que elas ajudem pra seu ano ficar mais produtivo. 😉

Redes Sociais

Bárbara Gaia

Aqui você vai encontrar tudo que tenho lido, visto, ouvido e curtido ultimamente. Dicas de livros, séries, filmes, músicas, lugares interessantes e mais. Seja bem-vindo(a) ao meu checklist! ;)