Hae-Ryung, a historiadora

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A série Round 6 se tornou um fenômeno mundial e no Brasil não foi diferente. Isso fez com que muita gente tivesse interesse em assistir a outras produções coreanas e eu vou indicar uma: Hae-Ryung, a historiadora, que também é uma série original Netflix.

Hae-Ryung, a historiadora, série Netflix
foto: netflix.com

Então, vamos de uma breve sinopse!

Já vou avisar, de antemão, que Hae-Ryung, a historiadora, é completamente diferente de Round 6. Apesar dos dois serem um drama, Hae-Ryung, a historiadora, é bem mais leve e divertida, beeeeeeeeeeeem menos violenta e tem um contexto mais histórico, onde a gente conhece um pouco mais sobre os costumes, regras e dilemas de uma Coréia do início do século 19.

Nessa época era comum o povo se reunir na rua, ou com parentes dentro de casa, para ouvir as histórias fictícias dos contadores, que cobravam por esse serviço. Hae-Ruyng era uma contadora de histórias, só que ela costumava fugir do “script” e criar suas próprias versões, o que não agradava muita gente.

Seu irmão está a procura de um pretendente mas ela sempre detestou a ideia de virar esposa de alguém e se tornar uma dona de casa. O sonho de Hae-Ryung seria viver de histórias e ser livre para criar seu próprio destino.

Em paralelo conhecemos Yi Rim, o príncipe Dowon, que escreve contos em segredo, sob um pseudônimo, e um de seus livros se torna um dos mais lidos na província. Um dia, saindo escondido do palácio, ele vai ao vilarejo ver se realmente as pessoas gostam de suas histórias, esbarra com Hae-Ruyng e acaba ficando encantado por ela, apesar dela não gostar muito dos livros dele.

Em meio a tudo isso, encontramos os historiadores, grupo dedicado a relatar tudo que acontece no reino, das decisões tomadas pelo rei a rotina real. Os historiadores tem como missão serem totalmente imparciais e escrever sempre a verdade e, em uma decisão inédita, passará a contar com historiadoras.

O conselheiro principal descobre que um livro, que pode trazer a tona o lado corrupto do governo, estaria começando a circular e pede ao rei que crie um departamento para livros banidos, proibindo a leitura deste e de vários outros títulos. Isso se torna o pontapé para mudar a vida, por completo, de Hae-Ryung, do príncipe Dowon e a história dessa província para sempre.

O que eu achei de Hae-Ryung, a historiadora

A princípio eu não estava lá muito empolgada com um romance coreano histórico mas Hae-Ryung, a historiadora, conseguir prender a minha atenção do início ao fim, tanto que maratonei.

A série fala sobre algumas questões atuais, como a luta de classes, a corrupção e o feminismo, de uma forma que na história faz muito sentido, trazendo importantes reflexões para os dias de hoje.

Você vai encontrar aquele romance leve e doce, típicos das produções coreanas, mas também vai encontrar ação, suspense e comédia (as séries de lá são surpreendentemente engraçadas!).

Se eu fosse você dava uma chance à Hae-Ryung, a historiadora, e incluiria na sua lista do Netflix.

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