Assassin’s Creed – Irmandade

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Faz um tempinho que falei aqui sobre a resenha do primeiro livro da saga Assassin’s Creed, o Assassin’s Creed – Renascença. Terminei recentemente o segundo livro, Assassin’s Creed – Irmandade, e vou falar para você o que eu achei dele.

Importante: estou seguindo a linha de lançamentos dos livros. Sei que na linha cronológica o Assassin’s Creed Irmandade seria o terceiro livro da série, o Renascença o segundo e a A Cruzada Secreta em primeiro. Caso você queira seguir a linha cronológica, peço então para aguardar a resenha de A Cruzada Secreta que com certeza irei fazer por aqui. 😁

Sem mais delongas, o enredo de Assassin’s Creed Irmandade

Em Assassin´s Creed Renascença, Ezio, nosso protagonista, descobre que seu pai faz parte de uma irmandade chamada Ordem dos Assassinos e decide entrar para o clã para vingar sua morte, e a de seus irmãos, causada por uma acusação injusta.

Com isso ele ganha um inimigo, Rodrigo Bórgia, que está por detrás de todo esse emaranhado de intrigas e jogos de poder que trouxeram danos irreparáveis para a família de Ezio. Em Assassin´s Creed Irmandade, Ezio ganha um novo e perigoso inimigo chamado César Bórgia, filho de Rodrigo.

Ele é ainda mais megalomaníaco que seu pai e pretende não só se tornar o homem mais poderoso da Itália, como do mundo inteiro, através de um artefato que poderia realmente trazer esse poder todo para ele e que Ezio o descobre em Assassin’s Creed Renascença .

Para impedir que os planos malignos de César se tornem realidade, Ezio vai contar com a ajuda dos membros da irmandade dos assassinos e também de Nicolau Maquiavel (sim, o filósofo político que escreveu O Príncipe) e Leonardo da Vinci (sim, o pintor), que já tinha ajudado Ezio em Assassin´s Creed Renascença, porque ele é também um excepcional engenheiro, o que foi muito útil para a criação de suas adagas, espadas e afins.

Nesse livro também mostra o lado mais humano de Ezio, que ainda não superou o seu amor por Caterina Sforza, que foi desabrochado durante o Assassin´s Creed Renascença. Com todas essas missões políticas ele acaba entrando em um dilema interno: viver uma vida pacata, ao lado de sua mãe e irmã, ou continuar sendo um Assassino, cumprindo de vez a vingança pela morte de seu pai e irmão e protegendo os cidadãos da Itália contra o domínio de pessoas mal intencionadas.

O que eu achei do livro

Apesar de mais de 60 capítulos, distribuídos em quase 400 páginas, a narrativa de Assassin´s Creed Irmandade continua fluída, interessante e intrigante, fazendo você querer saber como Ezio vai conseguir escapar das armadilhas de César e triunfar no final.

Eu ainda não tive a oportunidade de jogar a versão do video game mas se for tão bom quanto o livro, com certeza irei curtir cada fase dele.

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