Pokémon – A Série: Sol e Lua

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Existem certas coisas que trazem lembranças da nossa infância. Bom, no meu caso, seria mais a pré-adolescência e começo da adolescência. Me lembro do meu primo, ainda bem criança, com seus pequenos pokémons que ele colecionava de uma promoção de um refrigerante. Eu conheci o anime Pokémon através dele, em meados da década de 90, mas naquela época não fiquei muito interessada.

Muitos anos se passaram até que surgiu, em 2016, um app chamado Pokémon Go, que misturava game, realidade aumentada e geolocalização, onde as pessoas “encontravam pokémons na rua” e tinham que capturá-los para depois batalhar com outras pessoas em ginásios, dentro do aplicativo.

Eu achei a ideia muito legal e fiquei curiosa em voltar à assistir ao desenho. Eu sempre achei o Pikachu, um dos pokémons que está sempre ao lado seu treinador Ash, que é o protagonista desse enredo, muito fofo.

Aí, fazendo uma pesquisa no Netflix, vi que a série que passava lá em meados da década de 90, o Pokémon Indigo League, estava disponível no catálogo e fui assistir. Foi realmente uma volta ao tempo e me diverti reassistindo tudo. Quando terminei apareceu, como sugestão, uma outra, chamada Pokémon – A Série: Sol e Lua e resolvi dar uma chance. Não me arrependi.

foto: divulgação

Uma breve sinopse sobre Pokémon – A Série: Sol e Lua

Para quem não é muito familiar à história do Pokémon, ela gira em torno de Ash, um menino que vive em uma cidade chamada Pallet, na cidade de Kanto, e que tem como maior sonho se tornar um mestre Pokémon. Os Pokémons são criaturas que convivem junto com os seres humanos e tem poderes próprios, dependendo do seu tipo, que, ao todo são 18: Inseto, Sombrio, Dragão, Elétrico, Fada, Lutador, Fogo, Voador, Fantasma, Grama, Terra, Gelo, Normal, Venenoso, Psíquico, Pedra, Metal e Água (ufa!).

Esses pokémons, que vem do inglês pocket monsters, podem ser capturados, através de pokébolas, e uma vez feito isso, se torna parte do time do seu treinador que o capturou. Torneios, chamados de Liga Pokémon, são lançados para eleger o treinador número 1.

Ash decide se mudar para Alola e estudar em uma grande escola Pokémon de lá, para se especializar ainda mais e se tornar, de fato, um grande mestre Pokémon. Lá ele faz grandes amigos, que o ajudam nesse seu objetivo, e descobre que, além dos Pokémons que existem em seu mundo, há outros, chamados de Ultra Criaturas, que vivem em outras dimensões.

Com a ajuda dos guardiões da ilha, que são Pokémons Lendários e tem poderes ainda maiores, Ash agora, além de se aprimorar como treinador, terá que guiar, juntos com seus novos amigos, as Ultra Criaturas a voltar à suas dimensões, porque vira e mexe, elas invadem as terras de Alola.

O que eu achei de Pokémon A Série – Sol e Lua

Eu não tenho conhecimento aprofundado no quesito Pokémon e tampouco acompanhei as séries anteriores a Sol e Lua, que são muitas. Mas posso dar minha opinião de espectadora dessa específica.

Pokémon A Série – Sol e Lua chamou minha atenção, primeiramente, pelos traços do desenho, que parecem que deram uma modernizada em relação ao primeiro, lá de meados da década de 90. Confesso que nunca entendi, nem no primeiro, nem nesse de agora, que a mãe de Ash, deixa um menino de 10 anos ir sozinho em suas aventuras, mas aí vamos deixar uma brecha para uma licença poética.

A série, em si, é muito bem contada. Eu vi as três temporadas, de mais ou menos 40 episódios cada, bem rápido devido a boa narrativa que apresenta. Eu gostei do fato de que pude conhecer cada um dos amigos de Ash e também descobrir sobre Alola, sua história e seus mistérios. Sol e Lua não ficou centrada somente em Ash e deu espaço para outros enredos, em paralelo, que juntos deram sentido ao todo.

Outro fato que eu achei bem legal é que a série fala muito sobre acreditar no seu sonho, no companheirismo, na importância da amizade e de cuidar do outro. Ainda mais nos dias de hoje, que a solidariedade e a empatia precisam ser repassadas às futuras gerações, Sol e Lua é um bom desenho para ver em comunidade.

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