4ª temporada de Lúcifer: #EuVi

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Imagina você encontrar um cara divertido, charmoso, que parece gostar de viver a vida mas que é também o demônio. No sentido literal da palavra. Lúcifer é uma série que tem conquistado cada vez mais pessoas e eu fui uma delas.

imagem: imdb.com

O seriado tem aquele ritmo típico de sitcoms de comédia, com uma pitada de narrativa de séries policiais, como CSI e Law and Order. Se você ainda não teve a oportunidade de assistir, vou dar uma pequena sinopse (sem spoilers, prometo).

Lúcifer, como o próprio nome diz, gira em volta daquele anjo, filho de Deus, que resolveu se rebelar contra seu Pai, foi expulso do Céu e condenado a tomar conta do Inferno, punindo as almas perdidas, que foram  julgadas e não aptas a passar a eternidade ao lado das almas iluminadas, no paraíso.

imagem: imdb.com

Só que depois de vários bons milênios e milênios seguindo essa rotina, nosso protagonista meio que cansou desse seu “trabalho” e decidiu se rebelar mais uma vez, largando seu emprego de rei do inferno, subindo à Terra e vivendo como se fosse um humano, dono de uma boate em Los Angeles.  Até porque a luxúria, o Lúcifer não queria largar não.

Nesse meio tempo, ele conhece a detetive Chloe Decker, que desperta nele o interesse em um novo mundo: o de resolver crimes. Ele vira, então, uma espécie de consultor da polícia, extraindo dos suspeitos as confissões de seus maiores desejos obscuros, porque né, ele é Lúcifer.

imagem: imdb.com

Se eu pudesse fazer um resumo até a terceira temporada seria esse:

1) Lúcifer resolvendo crimes em Los Angeles;

2) Lúcifer tendo que lidar com a insistência do seu irmão Amenadiel, em fazer com que ele volte ao inferno, que lá tá uma bagunça sem seu rei;

3) Lúcifer descobrindo novos sentimentos, especialmente o interesse que ele passa a ter na detetive;

4) Lúcifer, com a ajuda das suas sessões de terapia, tentando se descobrir e descobrir o porquê Chloe o  torna vulnerável, deixando de ser imortal, perto dela.

A partir da quarta temporada aparece Eva, que misteriosamente vem para Terra cansada da vida no paraíso e de ser esposa de Adão. Ela lembra o quanto achava Lúcifer divertido e passa a ficar grudada nele. Claro que isso traz algumas consequências.

A série, inspirada nos quadrinhos de  Neil Gaiman, ganha o público especialmente pelo jeito irônico, bem-humoado e bon vivant do personagem principal, muito bem interpretado (diga-se de passagem) por Tom Ellis.

Tinha começado na Fox, foi cancelada na terceira temporada, mas a Netflix viu o seu potencial e resolveu apostar. O resultado? Em maio foi o seriado mais maratonado, superando Game of Thrones, no mundo e no Brasil, em uma pesquisa feita pelo TV Time, um dos maiores mídia trackers do mundo.

Você não vai resistir a tentação de maratonar também. 😉

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