Backstreet Boys – DNA: #EuOuvi

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Eu já falei sobre os Backstreet Boys por aqui. Inclusive sobre a primeira vez que eu escutei o som deles e como virei fã quase que instantaneamente. Essa boy band faz parte da minha trilha sonora de adolescência que, claro, continuo a escutar mesmo no alto dos meu 35 anos. Quando vi a notificação do Spotify que eles tinham lançado álbum novo, o DNA, foi uma mix de nostalgia e receio.

foto: divulgação

Receio porque fiquei meio com o pé atrás, achando que eles tivessem parado no tempo e continuariam com a mesma melodia e estilo de letra que eu ouvia lá pelos meus 16 anos. Mas eu cresci, eles também, veio a vida adulta, a maturidade e ouvindo as músicas, percebi um equilíbrio entre passado e presente.

Umas das primeiras músicas divulgadas, Don´t Go Breaking My Heart, tem ainda aquela essência meio boy band. A batida tem um estilo anos 90, com aqueles sintetizadores clássicos, que se parar para pensar estão ainda sendo usado por muito artista de 20 poucos anos.

A letra também beira a essa faixa etária, falando para a pessoa não brincar com os sentimentos e parar de fazer joguinho. No clipe de divulgação tem os passinhos sim mas você percebe uma certa maturidade nisso. Acho que foi mais um presente para as fãs lembrarem daquela época.

Eu percebo o quanto eles amadureceram com a música Chances. O clipe ainda é protagonizado por eles  mas você não vê mais aquelas tentativas de seduzir você pela câmera. Eles ficam contando a história sobre as chances que teriam de se encontrarem na hora certa.

OK também é uma música que você não encontraria nos álbuns do ano 2000. Ela é bem tranquilinha, daquelas que você coloca de fundo da casa, ao receber os amigos. Aliás, música com aquele beat de fazer passinho, tirando Don’t Go Breaking My Heart, você não vai encontrar em DNA.

No geral curti o álbum e fiquei aliviada em saber que eles têm a certeza que não são mais 5 garotos. Eles agora são 5 homens, casados, pais de família, que resolveram se reencontrar. E para mim parece que se reencontraram sim. Especialmente na música.

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