CVRS – covers/versões famosas de músicas já famosas #EuOuvi

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Quando um artista regrava um música, a que nós podemos atribuir isso:

(     ) Homenagem
(     ) Apelo
(     ) Excesso de Criatividade
(     ) Picaretagem
(     ) Estratégia Comercial

Difícil, não é mesmo?
Como definir quando um artista famoso pega uma música já famosa na voz de outro artista e a regrava fazendo com que o som volte a fazer sucesso mais uma vez?

Pois isso acontece com alguma frequência e às vezes essas canções pulam algumas gerações, mas é bem comum que artistas contemporâneos também usem esse artifício que para os mais puristas nada mais é do que uma tremenda falta de criatividade.

E não estou falando de um simples trecho, mashup ou sample e sim da regravação integral da música e, em alguns casos, até mesmo com os mesmos arranjos e podendo ou não ser em outro gênero musical.

No meu ponto de vista vale tudo (inclusive dançar homem com homem e mulher com mulher) e eu sou um dos que curte bastante achar essas versões perdidas por aí.

No quesito cantores anônimos a.k.a covers, o YouTube e o Soundcloud possuem um material sem fim de coisas interessantes para quem sabe procurar direitinho!

Mas não é esse o caso aqui! Estamos falando de gente do nível da nossa querida Beyoncé pegando músicas de outras grandes cantoras norte americanas e gravando a mesma música em formatos diferentes, às vezes deixando-as mais dançantes, simplesmente porque ela tá podendo!

O fato é que algumas músicas definitivamente conseguiram a utópica façanha de ficarem melhores, ou mais interessantes, depois de regravadas. Em alguns casos as músicas atingiram uma posição de megasuperultra sucesso depois da regravação passando a ser conhecidas por muitos como sendo uma música original do artista que a regravou.

“Eu sou o cantor preferido do seu cantor preferido”  (creio que alguém já tenha usado essa frase antes).

O caso mais gritante para mim é a música dos Beatles ‘With a Little Help From My Friends’ que foi regravada pelo Joe Cocker e que posterior a gravação de Cocker os meninos de Liverpool disseram algo do tipo:

O cara fez um trabalho tão bom que a gente se sentiu na obrigação de entrar em contato com ele e parabenizá-lo por ter transformado essa música num hino! A música é mais dele do que nossa!

Bom…acho que já ficou claro o que teremos por hoje, né? Se temos uma homenagem ou picaretagem sobre as belas, famosas, por vezes, polêmicas e inconfundíveis versões  a seguir, decida você!

Porque não começar com a banda de punk rock Offspring, conhecida mundialmente, fazendo essa versão da música chiclete ‘Barbie Girl’ do grupo AQUA que fez algum sucesso no começo dos anos 2000, entre adolescentes, com letras simples e fáceis de repetir.

Teremos Madonna, sim ou com certeza?

Essa aqui do Sublime talvez seja a única que na verdade não entra na categoria de regravações, mas eu gosto muito dela e coloquei ela aqui porque sim! Escutaí e lamenta comigo a banda ter acabado por motivos de overdose do vocalista.

Aqui temos o curioso caso da Diva Beyoncé com 2 gravações diferentes da mesma musica.
Sem contar que Feverjá foi regravada por um zilhão de pessoas e todas as que ouvi acabam sendo mais do mesmo, porém essas versões da ‘Ludmila americana’ mostram que dá pra fazer coisas diferentes.

E olha…vale ressaltar que tem gente que fica famosa exatamente pelo fato de fazer covers como é o caso do cantor Richard Chesse que faz versões muito loucas de músicas famosas, como Sunday Blood Sunday na versão Mambo e do grupo Post Modern Jukebox que esteve no Circo Voador recentemente e que também recria versões famosas, porém com uma pegada mais conceitualmente elaborada e que costuma ter um caráter temporal mais acentuado. Você pode chamar de vintage se isso te deixar mais à vontade.

Post Modern Jukebox – Imagem: reprodução

E para a quarta-feira ficar repleta de música dos outros taí uma playlist com algumas horas de versões/covers da melhor qualidade pra você seguir e animar o dia!

E se sentir falta de algo já sabe, né? Só falar com a gente!

 

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