Economia da Atenção: #EuVi (e refleti)

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“Compositor de destinos
Tambor de todos os ritmos
Tempo tempo tempo tempo
Entro num acordo contigo
Tempo tempo tempo tempo”

Os versos escritos por Caetano Veloso e interpretado por Maria Bethânia tão majestosamente resumem bem o que estamos precisando em nosso cotidiano: entrar em acordo com este compositor de destinos e tambor de todos os ritmos chamado de Tempo. Se tem algo que hoje se tornou tão preciso e tão escasso é o nosso tempo. Já parou para pensar em quanta coisa você faz durante o seu dia e muitas das vezes ao mesmo tempo e o pior, você nem percebe?

Eu estou fazendo um curso online sobre Storytelling no Descola, que é uma plataforma que justamente oferece cursos online em várias áreas, de design a moda, de tecnologia a empreendedorismo. E no curso de Storytelling, um dos capítulos fala sobre Economia da Atenção e senti a necessidade de compartilhar com você porque me fez refletir sobre muitas coisas que farão você parar para refletir também.

O termo Economia da Atenção foi criado por Hebert Simon no final da década de 70 e em sua teoria o economista dizia que no futuro as pessoas teriam escassez de atenção por excesso de informação. Não é difícil concordar com Simon e eu reparei isso com nosso querido celular, que se tornou praticamente extensão de nós.

Foto: YouTube/CollegeHumor

Quando estamos realizando uma tarefa e vê o aparelho acender com a notificação de algum e-mail ou mensagem AUTOMATICAMENTE paramos o que estamos fazendo para pegar o danado como se fosse algo urgente. Reparei que isso acontece de fato com um vídeo que a professora apresentou durante a aula,  feito pelo College Humor, que desafia você a ficar 3 minutos prestando atenção só no vídeo e em nada mais. Será que você consegue?

E aí? Conseguiu? Caso não é hora de parar de rever algumas coisas. A questão de receber várias informações ao longo do dia, especialmente através dos smartphones, parece que gerou ao mesmo tempo uma ansiedade maior nas pessoas e um déficit de atenção. Por isso que o tempo se tornou algo tão rico e desejado.

Por um boa coincidência eu vi no meu feed do Facebook uma reportagem falando sobre uma pesquisa em Harvard onde algumas pessoas receberam dos pesquisadores R$40 para investir no seu tempo e outros R$40 para comprar um bem material. O resultado mostrou que as pessoas se sentiram mais satisfeitas ganhando um tempo extra para elas do que adquirindo algo.

Então aproveite essa segunda-feira para começar já essa semana refletindo sobre o que você está fazendo com o seu tempo. Está aproveitando ou desperdiçando? Hoje não devemos mais pensar que “tempo é dinheiro”. Devemos pensar que “tempo é felicidade”.

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