TOP 5 para um festa de aniversário: #EuOuvi

Bárbara Gaia

11 de julho de 2018

Parabéns para mim, nessa data querida! Hoje é meu aniversário e como a quarta-feira é sempre um dia musical, resolvi voltar com aquela listinha marota de Top 5 e dessa vez eleger as 5 músicas que não poderiam faltar na minha festa.

Bolo de aniversário
foto: Nikhita Singhal

Finesse (Remix) – Bruno Mars feat. Cardi B

Toda vez que escuto essa música já começo a querer ensaiar um passinho, esteja onde estiver. A música que estava no álbum 24K Magic de Bruno Mars, lançada em 2016, ganhou um remix no comecinho de 2018 e contou com a participação da rapper Cardi B com um pegada bem anos 90 que adoro!

Can’t Stop The Feeling – Justin Timberlake

Sabe uma canção que faz você automaticamente sorrir? Can’t Stop The Feeling é assim para mim. A música foi criada para fazer parte da trilha da animação Trolls (que confesso nunca ter visto…) mas de tanto o clipe aparecer na TV eu acabei ficando contagiada. Claro que um dos fatores para eu gostar dessa música é Justin Timberlake que fez parte da minha adolescência com o ‘NSync e que está arrasando a cada novo álbum que lança. Man of The Woods, seu projeto mais recente, vai ganhar uma resenha em breve. 😉

MIC Drop (Remix) – BTS, Desiigner e Steve Aoki

Eu estava a procura de músicas para malhar quando MIC Drop estava em uma dessas playlists que a gente encontra no Spotify. Eu já conhecia o trabalho do DJ Steve Aoki e Desiigner pelo sucesso da música Panda, que tocou umas milhares de vezes ano passado.

O BTS eu já tinha ouvido falar pela febre que o K-POP se tornou nos últimos tempos entre os adolescentes mas vendo o clipe eu pude entender o porquê. Como esses meninos dançam!

El Anillo – Jennifer Lopez

Quando todo mundo falou que Jennifer Lopez tinha feito uma canção que tinha a batida do nosso funk como melodia, não acreditei. Até escutar no Spotify. Até ver no clipe. Até vê-la em programas de TV. Fiquei meio abismada mas depois que Anira chegou para conquistar o mundo era meio de se esperar que o funk carioca ia também ser descoberto world wide. E é uma ótima música para dançar em festas, diga-se de passagem.

Whoomp! (There it is) – Tag Team

Quem tem minha idade vai lembrar o “uh tererê” que os MCs do funk carioca lá na década de 90 cantavam toda vez que iam começar suas músicas. Esse “uh tererê” era na verdade a “versão traduzida” de Whoomp (There It Is), que foi sucesso em 1993 pelo grupo Tag Team. Até hoje só canto desse jeito mesmo tendo aprendido o inglês.

E essas foram as minhas escolhas. Vou escutá-las todas ao longo do dia para comemorar mais um ano de vida. 🎉

Capinhas de celular da Quero Case: #EuCurti

Bárbara Gaia

9 de julho de 2018

Eu não sou colecionar muitas coisas. As coleções que tenho são de Funko Pop e copos mas as capinhas de celular poderiam entrar nessa lista. Atualmente tenho cinco capinhas, duas delas do Go Case, que já falei aqui no blog e outras duas foram adquiridas na Quero Case, que também foram uma grata surpresa.

Capa de celular Friends e Rafa Mon da Quero Case

Eu sigo a artista Rafa Mon no Instagram e sempre fico impressionada com seus desenhos e em uma de suas fotos ela mostrava a estampa de capinha para celular que ela criou para a Quero Case. Eu fui logo procurando pela marca no site e quando encontrei não só vi a capinha linda como uma de Friends. Aí, né já viu: comprei as duas. 😂

Capa celular Rafa Mon Quero Case

Achei o preço delas bem OK porque tem umas que eu já vi na internet que são beeeeeeeeem carinhas. Mas o que eu achei mais legal é o trabalho de impressão das estampas da Quero Case. Não parece que é um papel ou outro material impresso que foi colado. Parece que a impressão é feita direto na capinha mesmo e a qualidade da tinta é mesmo boa.

Lá no site você encontra uma variedade de temas, que inclui TV, cinema, música, floral, signo e etc. Mas tem também coleções de arte urbana com outros artistas além da Rafa Mon que vale a pena dar uma olhada.

Capa Celular Friends Quero Case

Por enquanto estou com a capinha de Friends porque já disse algumas vezes que esse seriado é o meu Chaves. Foi uma das primeiras séries em inglês que assisti quando veio a TV a cabo em casa lá pelo ano de 1998. De lá pra cá, com a ajuda do nosso amigo Netflix, me vejo assistindo aos mesmo episódios milhares de vezes e nunca cansando. ☺️

Para quem se interessou pela Quero Case é só entrar no site e conferir os últimos lançamentos. Eles são um e-commerce então meu pedido chegou pelos Correios e foi relativamente rápido.

PS: Isso não foi um publipost. 🙂

Rei Arthur – A Lenda da Espada: #EuVi

Bárbara Gaia

6 de julho de 2018

Comparar o filme com o livro é algo que a gente acaba fazendo mas que não deveria. Afinal é a visão do escritor e a visão de um diretor/roterista/produtor/ator sob o livro e com isso nem tudo fica 100% fiel às páginas. Eu sou uma fã de livros de aventura com cavaleiros e Rei Arthur está na minha lista de favoritos. Por isso, deixei um pouco de lado a parte da literatura para ver o filme Rei Arthur – A Lenda da Espada com olhos de quem vai ver um filme.

Rei Arthur e a lenda da espada
foto: imdb.com

Pois bem. O filme, dirigido por Guy Ritchie tem mesmo o estilo Guy Ritchie de fazer longa metragens. Acho que isso acaba sendo natural em qualquer pessoa e  aquele traço particular dela em suas obras sempre irá se destacar.

Em Rei Arthur – A Lenda da Espada não foi diferente. Quem já viu Sherlock Holmes, Snatch – Porcos e Diamantes e Rock’n’Rolla vai perceber aquele jeito clássico do diretor de fazer com que o personagem veja a consequência de suas decisões acontecendo no momento que ele planeja o que vai fazer e que você não sabe se realmente aconteceu ou não. A parte de colocar também a visão de como se a gente participasse da cena também se fez presente. Particularmente essa forma dele apresentar uma cena dá uma certa revitalizada. Eu gosto.

Rei Arthur e a lenda da espada
foto: imdb.com

Mas vamos à sinopse do filme (explico no decorre porque eu frisei isso). Arthur é filho do rei Uther Pendragon, interpretado por Eric Bana, e sobrinho do príncipe Vortigern, papel de Jude Law. Vortigern sempre sentiu inveja do irmão e desejava derrubá-lo e tomar o reino para si.

Rei Arthur e a lenda da espada
foto: imdb.com

Com isso resolve fazer um acordo com bruxas do mar que dizem que ele teria o reino e o poder absoluto mas que para isso teria que matar seus entes queridos. Ele faz com seu irmão, cunhada e até com sua própria família. Mas por uma força do destino, Arthur consegue escapar, sendo encontrado por meretrizes que passam a cuidá-lo no bordel do reino. Vortigern precisa encontrar Arthur para não perder o trono e procura pelo sobrinho através do famoso teste de tirar a espada de Excalibur da pedra.

Rei Arthur e a lenda da espada
foto: imdb.com

Todos os homens do reino precisam passar por esse teste e com Arthur não foi diferente. Mas ao ser encontrado consegue escapar das garras do tio tirano e depois de muito refletir decide tomar o reino do pai de volta e se junta a outros homens, que mais tarde se tornam Os Cavaleiros da Távola Redonda.

Rei Arthur e a lenda da espada
foto: imdb.com

A história do filme se distancia um pouco do livro (que eu já fiz resenha por aqui) logo no começo porque na verdade Merlin, mago oficial da realeza (que nem é citado no longa), já havia pressentido os planos de Vortigern e entrega o bebê Arthur aos cuidados de uma família de confiança.

Rei Arthur e Os Cavaleiros da Távola Redonda

Arthur cresce e vira ajudante do irmão de sua família adotiva, que era cavaleiro, e antes da apresentação do irmão em um festival, a espada quebra. Ele vê a Excalibur presa em uma pedra e ao tirá-la Merlin aparece revelando tudo para o menino.

Tirando esses fatos o filme prende bastante a sua atenção não só pela trama mas também pela sequência de lutas e efeitos especiais.

Quem quiser conferir Rei Arthur – A Lenda da Espada é só sintonizar na HBO.

John Coltrane – The Lost Album: #EuOuvi

Bárbara Gaia

4 de julho de 2018

Na última semana não se falava em outra coisa, especialmente para quem é fã do jazz. Isso porque uma série de músicas ainda desconhecidas do lendário John Coltrane, feitas em estúdio, no ano de 1963, foram encontradas e lançadas.

Intitulado Both Directions At Once: The Lost Album (Deluxe Version), o álbum traz 14 faixas, dividas em 2 partes, da era de ouro do saxofonista ao lado do pianista McCoy Tyner, do baixista Jimmy Garrison e do baterista Elvin Jones, que ganhou até nome e sobrenome: O Quarteto Clássico.

Escutando as faixas pude entender um pouco o porquê do frenesi. Em cada nota você é hipnotizado pelo talento e pela desenvoltura desses músicos. Mas antes de falar sobre Both Directions At Once: The Lost Album (Deluxe Version) é preciso voltar um pouco no tempo e entender porque John Coltrane se tornou um dos ícones do mundo do jazz.

A história de John Coltrane

Nascido em Carolina do Norte, EUA, na década de 20, John William Coltrane teve em sua família um grande influência musical. Seu pai, John Robert Coltrane, costumava compor música no violino apesar de ter na alfaiataria sua principal carreira. Já sua mãe Alice Blair Coltrane, fazia parte do coro da Igreja e tinha uma linda voz.

John Coltane
foto: Facebook John Coltrane

John Coltrane começou a produzir suas primeiras notas musicais na adolescência, através do clarinete. Mas com o saxofone foi paixão à primeira vista e rapidamente trocou o instrumento e inspirado nos músicos  Lester Young e Count Basie apresenta um talento nato. Começa a estudar na Ornstein School of Music e no Granoff Studios, ao mesmo tempo que passa a trabalhar em um refinaria de açúcar para sustentar a família.

Logo começa a se apresentar em bares locais e em 1947 assume de vez a carreira musical, se juntando ao  Miles Davis Quintet. Muitos apontam que o período entre 1955 e 1967 foram marcantes porque John Coltrane revolucionou o cenário de jazz da época se tornou um dos principais ícones e grande referência no estilo musical.

Both Directions At Once: The Lost Album (Deluxe Version)

Esse achado de músicas inéditas aconteceu entre o lançamento dos LP Coltrane, gravado durante a primavera e o verão de 62, e Crescent, que veio dois anos depois. O que eu mais gostei foi ter a chance de poder todo o processo de criação, isso porque algumas faixas vieram “repetidas” mas, na verdade, são novas versões da mesma música que foram chamadas de Take 1, Take 2 e etc.

John Coltrane - The Lost Album
foto: reprodução

Duas delas me chamaram a atenção: Untitled Original 11386 e One Up, One Down. Coincidentemente essas duas foram apresentadas em suas diversas versões. Untitled Original 11386 que ganhou Take 1, Take 2 e Take 5, traz o incrível talento de John Coltrane no saxofone de uma forma delicada mas bem marcante. Você percebe que o saxofone é o protagonista e conduz todos os outros instrumentos.

One Up, One Down (que também tem alguns Takes) ficou sublime, para mim, pela intensidade extraordinária da bateria. Fiquei pensando se Elvin Jones foi uma inspiração para o filme Whiplash (que já comentei aqui no blog. Se quiser ver a resenha, clique aqui). Se não foi, deveria ter sido.

No Spotify você também confere o álbum completo de clicando aqui.  Aproveite all that jazz!

Amanhã é Dia dos Namorados então nada melhor que falar sobre todos os aspectos de estar em um relacionamento de uma forma bem humorada, não é mesmo? Se tem uma pessoa que sabe fazer isso com maestria, esse alguém é Yehuda Devir.

Yehuda Devir
foto: instagram.com/jude_devir/

Descobri o ilustrador e designer gráfico quando vi um desenho dele no meu feed do Facebook e lembro de ter rido muito. Esse desenho fazia uma parte de uma série que ele mostra com muito bom humor o dia a dia ao lado de sua esposa Maya, que também é ilustradora.

Yehuda e Maya Devir
O casal Yehuda e Maya. foto: instagram.com/jude_devir/

Seus traços foram espalhados, curtidos e compartilhados mundo afora pela Internet e fez um sucesso tão grande que rendeu aos dois um projeto em colaboração, chamado One of Those Days, Collection 1.

foto: instagram.com/jude_devir/

O título, que em português seria Um Daqueles Dias, já resume bastante o que a gente encontra nessa série. Mostra quando duas pessoas apaixonadas decidem entrar para o maravilhoso mundo do relacionamento. Tem felicidade, tem paciência, tem briga, tem momentos maravilhosos a dois, tem de tudo. Até porque morar junto, é sem dúvida, uma arte.

Se você ficou curioso em conhecer mais do trabalho do Yehuda e da Maya, é só clicar no nome deles e conferir seus perfis no Instagram. Se ficou com vontade em comprar o One of Those Days é só ir no site do Yehuda clicando aqui. Eu vou esperar até chegar a versão em português (até porque tem mais de 10 livros para eu ler já. 😂)

Um Feliz Dia dos Namorados!

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Bárbara Gaia

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