Comedians in Cars Getting Coffee: #EuVi

Bárbara Gaia

15 de janeiro de 2018

Para muita gente o café faz parte da rotina da manhã. Especialmente em uma segunda, nada melhor que uma boa xícara para despertar e começar o dia. Jerry Seinfeld também é fã de café. E fã de carro. E fã da comédia. Então nada mais justo que juntar suas três paixões em um projeto, o Comedians in Cars Getting Coffee.

foto: facebook.com/JerrySeinfeld

O nome já diz praticamente tudo. Em um talk show sobre duas rodas, a cada episódio Jerry chama um comediante para tomar um café e ter um bate papo sobre vários assuntos. Diga-se de passagem que Jerry encontra os comediantes em carros sensacionais e sempre começa o programa contando um pouco sobre o veículo da vez.

Comedians in Cars Getting Coffee estreou na Netflix esse ano mas o programa existe desde 2012 quando começou como uma websérie produzida de forma independente por Jerry e depois foi parar no Crackle (que é uma espécie de Netflix que ficou mais famosa nos EUA), por onde permaneceu por 10 temporadas.

No Netflix o programa foi dividido em coleções ao invés de temporadas e está trazendo, no primeiro momento, algumas entrevistas que Jerry havia feito antes e a primeira delas foi com Jim Carrey, em 2015. A conversa teve algumas partes engraçadas, que vem naturalmente para Jerry e Jim, mas no geral foi bem franca e um tanto quanto filosófica sobre a vida.

Comedians in Cars Getting Coffee - Jim Carrey
imagem: facebook.com/JerrySeinfeld

Entre outros assuntos, Jim falou do começo da sua carreira no programa In Living Color e sobre o filme que mais marcou pessoalmente, O Mundo de Andy, no qual ele interpretou o comediante Andy Kaufman, que ficou famoso fazendo parte do elenco de Saturday Night Live durante a década de 70 e morreu jovem, aos 35 anos com um câncer severo de pulmão. Andy tinha um grande talento para a comédia, assim como Jim, mas se sentia atormentado pela pressão e o sucesso que obteve com a profissão, assim também como Jim Carrey.

Durante a entrevista Jim apresenta a Jerry seu estúdio de arte e as pinturas que ele vem fazendo há algum tempo. Para ele, é sua válvula de escape.

O segundo episódio que vi traz um dos meus comediantes favoritos, Jimmy Fallon. Os dois começam indo para um restaurante conhecido por ter a melhor panqueca do mundo e lá conversam também sobre o início da carreira de Jimmy e da responsabilidade, o sucesso e a alegria que ele está tendo em se descobrir apresentador de televisão e ter assumido o The Tonight Show, que já foi apresentado por lendas da comédia americana como Johnny Carson.

Comedians in Cars Getting Coffee - Jimmy Fallon
imagem: reprodução

Jimmy Fallon também começou no elenco de Saturday Night Live, no final da década de 90, quase começo do ano 2000 e me lembro bem porque foi quando veio a TV a cabo em casa. Então passei a acompanhar quase todos os episódios do programa de humor e fiquei fã de Jimmy logo de cara.

Comedians with Cars Getting Coffee parece mesmo uma reunião bem humorada entre amigos que por acaso está sendo filmada. Para mim tem uma sensação de nostalgia porque assim como Saturday Night Live, o programa de TV Seinfeld fez parte da minha adolescência, quando assistia no fim de tarde pelo canal Sony.

Vou terminar de ver os episódios restantes e ver que, sim, o tempo passa mas as boas risadas sempre ficam. ☺️

Mostra Muito Além dos Tenenbaums – #EuFui

Bárbara Gaia

12 de janeiro de 2018

Essa semana fui até a Caixa Cultural do Rio de Janeiro assistir a mostra de cinema dedicada ao diretor e roterista Wes Anderson. Muito Além dos Tenenbaums apresenta uma retrospectiva de sua carreira, com a exibição de filmes e palestras para que a gente conheça um pouco mais sobre seu estilo característico de direção de arte e storytelling.

Mostra Muito Além dos Tenebaums - Wes Anderson

Nascido no Texas, EUA, Wesley Wales Anderson deu seus primeiros passos no mundo cinematográfico quando ainda cursava filosofia e conheceu o ator Owen Wilson, que também estava estudando essa matéria. Em 1994 os dois criaram juntos seu primeiro filme, o curta metragem Bottle Rocket, (que mais tarde virou um longa) que no Brasil ganhou o nome de Pura Adrenalina, e logo de cara foi recebido com sucesso durante o Sundance Film Festival.

De lá para cá Wes Anderson conquistou um público bem cativo com sua forma de dirigir, escrever e acima de tudo, apresentar suas histórias. Desde seu jeito para a fotografia, escolha do figurino e trilha sonora, tudo leva sua assinatura que se tornou bem característica, mas vou falar mais pra frente. Primeiro vamos aos filmes que tive a oportunidade de assistir e que nunca tinha visto antes: Hotel Chevalier e Viagem a Darjeeling.

Hotel Chevalier e a complexidade de um término (ou não)

Neste dia a mostra começou com Hotel Chevalier, um curta estrelado por Jason Schwartzman e Natalie Portman e que se passa todo dentro de um quarto de um hotel de Paris. Jason interpreta Jack Whitman, um homem que aparentemente está passando um tempo nesse hotel fugindo de sua namorada (ou ex-namorada porque a relação não tá muito bem definida), protagonizada por Natalie Portman.

Durante 13 minutos você é testemunha de um relacionamento que não tem mais como continuar mas que os dois de vez em quando voltam a cometer o erro de querer estar juntos, mesmo trazendo dor e arrependimento. É uma mistura de tristeza com alegria, desejo com sofrimento e que você torce para que eles terminem logo, de uma vez.

Viagem a Darjeeling e a chance para um novo recomeço

O longa, de 2017, está ligado ao Hotel Chevalier porque lá está Jack tendo que lidar com outros relacionamentos ruins: neste caso, com sua família. Tudo começa com uma viagem planejada por Francis (Owen Wilson), irmão de Jack, com o próprio Jack e seu outro irmão, Peter (Adrien Brody).

Jack e Peter acham que essa é uma oportunidade para criar laços entre os irmãos, que já não é lá essas coisas e ficou ainda pior depois do falecimento do pai deles. Mas o que eles não sabem é que a verdadeira razão desta road trip é para que os três encontrem sua mãe, que virou monge em algum lugar longínquo do Himalaia e que sempre teve esse hábito de fugir das coisas e nunca teve uma boa relação com seus filhos.

O filme, assim como Hotel Chevalier, fala do desapego aos relacionamentos tóxicos e do sentimento de culpa, raiva e ressentimento que acabam fazendo com que as pessoas não se deem uma chance de recomeçar e quem sabe redescobrir a felicidade. Eu já vi alguns outros filmes de Wes Anderson como Os Excêntricos Tenebaums e Três e Demais e eles têm em comum com Viagem a Deerjaling essa dinâmica superficial entre as famílias e os sentimentos mal resolvidos entre eles. Não sei se é uma espécie de terapia para Wes mas rende sempre boas histórias para a grande telona.

A direção de arte de Wes Anderson

Ao final das sessões assisti a uma interessante palestra sobre o estilo fotográfico e artístico de Wes Anderson, apresentado por Felipe Muanis, professor de Cinema e Audiovisual da Universidade de Juiz de Fora.

Felipe diz que no começo os filmes de Wes tinham um estilo mais realista e que a partir de Três é Demais você começa a nota uma expressão mais poética e lúdica surgindo. Um dos fatores que você mais percebe esse elemento fantasioso é no figurino. Os personagens estão sempre vestindo a mesma roupa, só mudando um elemento aqui e acolá.

Os Excêntricos Tenenbaums é o exemplo mais forte. Royal Tenenbaum, o patriarca interpretado por Gene Hackman, está sempre com seu terno risca de giz, só mudando a cor da camisa. Margot Tenenbaum, a filha protagonizada por Gwyneth Paltrow, tinha seu vestidinho listrado indefectível, acompanhado de um casaco de pele.

As cores são também um elemento bem característico nos filmes de Wes. Amarelo, rosa e azul, em tons mais pastel são muito vistos. No filme Hotel Budapeste os tons foram elementos essenciais para mostrar a passagem do tempo. Na década de 30, o rosa era destaque. Já nos anos 60 você via o amarelo em todo o lugar.

Hotel Budapeste
Cena de Hotel Budapeste. Imagem: imdb.com

Eu cheguei a conclusão que em filmes nada é por acaso e cada detalhe é milimetricamente planejado. No trabalho de Wes Anderson você nota que a perfeição é mesmo levada a sério e cada objeto do cenário foi colocado lá com um propósito. Depois dessa mostra eu com certeza vou passar a ver seus filmes com outros olhos.

Se mora ou está no Rio e quer conhecer mais sobre a obra deste cineasta a mostra Muito Além dos Tenenbaums vai ficar em exibição até o dia 18 de janeiro. Para saber os filmes de cada dia e as próximas palestras é só clicar aqui e conferir a programação.

Bom filme!

Barro – Miocardio: #EuOuvi

Bárbara Gaia

10 de janeiro de 2018

Já tem um tempinho que estou em um grupo no Facebook voltado para compartilhar descobertas musicais. Eu tenho curtido bastante, especialmente porque esse grupo posta muitas músicas brasileiras que eu nem sabia a existência e que fico bem feliz em descobrir e colocar na minha playlist. Um desses músicos foi Barro e o seu álbum Miocardio, de 2016.

Miocardio, Barro.

Nascido no Recife, Felipe Barros está no cenário musical há quase 10 anos. Foi integrante por muitos anos da banda Dessinée, mas no ano passado decidiu seguir carreira solo com o álbum de estreia Miocardio (2016), que contou com a colaboração de vários nomes importantes da música brasileira, dentre eles o baixista e conterrâneo Dengue, da Nação Zumbi.

Cantor Barro

Miocardio tem um pouco de pop e de rock com aquela influência boa dos ritmos nordestinos que é tão bom para dançar quanto para ouvir em dia calmo de domingo. Eu escutei o álbum todo e curti o que chegava aos meus ouvidos. Mas como esse blog adora uma lista, vou fazer um Top 5 das minhas favoritas. Tentei colocar um pouco de avaliação técnica como o Casé faz com maestria por aqui. Espero que tenha ficado bom. 😂

Vai é a música que abre o álbum e me lembrou um surf music calmo e tranquilo, perfeito para escutar durante uma viagem de carro. Ele é bem ritmado com bateria e guitarra.

Vai duas vidas a mais
Te fizeram capaz
De ferir tua visão
Vai quando a gente não vem
Leva sempre um porém
Dentro do teu coração

Ficamos Assim tem um quê de jazz, que sempre mexe com meu ouvidos e coração, com os trompetes e trombones. A letra diz dos encontros e desencontros entre duas pessoas (quem nunca teve isso né?). Eu percebi um violino em algumas partes quando não há canto e gostei bastante dessa adição.

Ou ficamos assim
Ou ficamos então
Só um desencontro
Nenhuma amargura
Que anda no chão

Piso em Chão de Estrelas traz uma roupagem meio eletrônica misturada com o tradicional maracatu. A combinação parece inusitada mas o resultado ficou harmônico. A letra fala dos novos rumos de uma nova aventura e complementa com as festas populares que o protagonista da canção encontra pelo caminho, que são simples mas cheia de alegria. E de verdade.

A festa é popular não tem pulseira vip
Não tem camarote nem tropa de elite
Não é salto, não é fina estirpe
Não é micareta nem ostentação
Sandália no pé, asfalto no chão
É barro batido, é batida de mão
É corpo fechado, é fechação
Chegando juntinho, esquentando o salão
A festa é popular

Nouvelles Vagues me ganhou por duas coisas: o ritmo nordestino e a cantoria em francês. Parece que vai ficar estranho? Pois você está enganado(a). Em Novelles Vagues, Barro empresta sua voz na companhia da voz meio rouca de Juçara Marçal, vocalista da banda Metá Metá, e o resultado ficou ainda melhor.

Et nous allons aller daqui pra lá (E iremos daqui pra lá)
Et nous allons aller chez toi (E iremos para sua casa)
Et nous allons aller daqui pra lá (E iremos daqui pra lá)
Et nous allons aller chez toi ((E iremos daqui pra lá)

Miocardio é a canção de título do álbum que mais curti. É bem calmo e tranquilo e fala de como levar a vida de um jeito mais leve, não esperando e sim vivendo. Uma bateria mais singela combinada às flautas dá o ritmo dessa canção que acalma o coração. E as expectativas que muitas vezes a gente adora criar.

Levo o tempo devagar
Sem ter pressa de chegar
Não sei bem se vai parar
Nesse trilho sinto e vou
Vôo longe e onde estou
Me descubro, meu lugar
Se tem vento há de soprar
Nessa noite sigo e sou

De modo geral Miocardio tem um quê de novidade e modernidade sem deixar de lado as raízes de onde Barro veio. Aguardo os próximos lançamentos para acrescentar à minha playlist. 🙂

Decoração inspirada nos video games: #EuCurti

Bárbara Gaia

8 de janeiro de 2018

No último post falei sobre a exposição A Era dos Games que está tendo aqui no Rio (se você não viu, clique aqui para conferir 😉). Foi um dia que voltei à época de criança, revendo jogos da década de 90, principalmente meus dois favoritos: Super Mario Bros e Sonic. Eu curto o universo geek e nerd (mesmo sendo de uma forma meio tímida ainda), seja nas escolhas de livros, filmes e séries, quanto nos meus objetos de decoração.

Há uns anos atrás o McDonald’s daqui lançou brinquedos do McLanche Feliz com os personagens do Super Mario Bros e Donkey Kong. Como tinha um Wii e adorava jogar Mario Kart com o Yoshi, corri para comprar alguns. Depois vieram os Minions, o Finn, o Jake e a Princesa Jujuba, de A Hora da Aventura, o Gumball e o Darwin, do Incrível Mundo de Gumball e para completar com chave de ouro, Snoppy e Charlie Brown.

Minha Coleção de Funko Pop e McLanche Feliz

Para começar a colecionar Funko Pop foi um pulo. Vendo alguns exemplares na mesa dos colegas de trabalho logo estava eu comprando uma Sininho e um Tuxedo Mask, o par romântico da Serena do desenho Sailor Moon que eu adorava assistir quando era criança.

A Serena ainda estou à procura porque está um tanto quanto bem carinha e ainda pretendo ter também todos amigos de Friends. Enquanto isso, os que eu já tenho estão confinados em uma caixa, tadinhos, porque ainda não comprei prateleiras para colocá-los em exposição (é, estou meio preguiçosa nessa questão).

Se você curte esse universo assim como eu e está pensando em dar uma decorada na sua casa e também incrementar o guarda-roupa, eu fiz uma seleção bem legal inspirada nos games, principalmente no Super Mario Bros.

1.Almofada Pelúcia Estrela 2.Caneca Cogumelo Pixel Grow Up 3.Capacho Gamer Joystick Retrô 4.Camiseta Feminina Pesadelo dos Gamers 5.Porta Copos Cogumelos e Blocos 6.Almofada Gamer Cogumelo Vermelho Grow Up 7.Kit Pôster Chassi Mario And Peach 8.Camiseta the Botanical World Of Mario

Todos esses itens você encontra lá no site do Geek10. Se você é fã de Pokemón, Game of Thrones, Star Wars ou dos heróis da Marvel e da DC, tem coisa a beça! E não é só deles não. Tem outras séries, filmes, desenhos e mais para você vasculhar.

E para quem ficou com vontade, a Geek10 tá oferecendo 5% de desconto na loja online com o cupom #VALARMORGHULIS. 🎉

Prepare-se para entrar na fila junto comigo em busca de novas prateleiras! 😂

Este post foi uma parceria entre Geek10 e Checklist da Gaia.

A Era dos Games no Village Mall: #EuFui

Bárbara Gaia

5 de janeiro de 2018

Com a tecnologia fazendo cada vez mais parte do nosso cotidiano é mais que natural que os video games se tornariam parte de nosso cotidiano do ócio. O jogo eletrônico hoje já virou até brincadeira de gente grande com campeonatos que lotam estádios e até com a possibilidade de virar uma categoria olímpica para os jogos de Paris, em 2024.

Quando eu era criança, lá pelos anos 90, costumava jogar Super Mario, Street Fighter e Sonic com minha irmã e primos. Depois, na adolescência, veio o CD-Rom, que rodava games no computador, e Tomb Raider estava lá presente no meu porta-cds. Ao descobrir que o Village Mall, aqui no Rio, traria uma exposição contado a história dos video games, desde seu comecinho, a nostalgia falou mais alto e tive que ir para conferir.

Primeiros video games - A Era dos Games

Batizada aqui no Brasil de A Era dos Games, a exposição idealizada pelo Barbican Centre de Londres, e que já percorreu mais de 30 países, chega por aqui com mais de 150 exemplares. O mais legal, e que fiquei que nem uma criança por lá, é que você pode jogar todos. TODOS!

Logo na entrada você dá de cara com algumas das primeiras versões de aparelhos para jogos eletrônicos, da década de 60, e um dos primeiros games de grande sucesso: o Pong.

Desenvolvido pela Atari, no começo da década de 70, a proposta deste jogo seria simular uma partida de ping pong. Com algumas melhorias feitas por engenheiros e pelo próprio dono da Atari, na época, o Pong foi lançado e se tornou o primeiro video game lucrativo da história.

A boa sacada da equipe foi instalar esses jogos em bares e outros lugares onde pessoas pudessem jogar juntas. Então, em um piscar de olhos, os fliperamas acabaram conquistando os Estados Unidos e fazendo parte da infância de muitas pessoas da década de 70, 80 e 90. E fliperama não faltou pela exposição. Tinha a primeira versão de Donkey Kong (quando Mario nem era tão famoso assim), em formato de carros para jogar uma corrida em dupla, entre muitos outros.

Do fliperama para os consoles foi também um pulo tecnológico. Eu particularmente quis conhecer um pouquinho mais da história da Nintendo e da Sega, duas empresas que foram responsáveis por trazer tantos jogos incríveis como Super Mario Bros, Donkey Kong e Sonic.

A história da Nintendo começa em 1889 (sim, em 1889, escrevi certo 😂) quando era uma fábrica que produzia cartas para baralho. Em 1966 desenvolvem seu primeiro brinquedo mas é na década de 70 que eles dão um passo rumo aos games de fato com a criação de seu primeiro console.

Durante a década de 80 eles expandem o seu negócio com a criação de games portáteis em LCD e passam a dominar o mercado. Só que com o sucesso americano do Atari eles decidem entrar nos EUA e no mundo com um novo nome: Nintendo Entertainment System (NES) e um jogo que transformaria a empresa para sempre: o Super Mario Brothers.

Já a saga da Sega começa um pouco depois, no final da década de 50 com a junção de duas das maiores empresas de fliperamas do Japão, na época. Comandada por um norte-americano, a Sega lançou o primeiro fliperama eletromecânico chamado Periscope, que se tornou muito popular no Japão. Com a ascensão dos video games no começo da década de 80, a empresa até lança alguns consoles que não fizeram tanto sucesso.

Somente em 1988 com o lançamento do Megadrive, em 16 bits, a Sega conquista uma fatia mundial importante neste mercado. Ainda mais com o surgimento de outro jogo, que teve tanto impacto quanto o Super Mario Bros: o Sonic, the Hedgehog. Nos anos seguintes, infelizmente, a Sega não alcançou o mesmo sucesso e em 2002 decide fechar a fabricação de consoles, transformando-se em um distribuidor de jogos para PC e iOS.

Foi um tarde onde pude conhecer um pouco mais da história dos video game e ver como esse negócio, que hoje movimenta quase100 billhões de dólares pelo mundo todo, anualmente, chegou aonde chegou. Claro que também não perdi a oportunidade de passar um bom tempo jogando muito e observando crianças e adolescentes de hoje se divertindo com jogos da época de seus pais, junto com eles. ☺️

Para quem estiver no Rio e quiser se aventurar nessa exposição, ela permanecerá no Village Mall até dia 25 de fevereiro e o ingresso é R$20 (inteira).

Para maiores informações, acessem o site do shopping e aperte o play! 😉

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Bárbara Gaia

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