Amanhã é Dia dos Namorados então nada melhor que falar sobre todos os aspectos de estar em um relacionamento de uma forma bem humorada, não é mesmo? Se tem uma pessoa que sabe fazer isso com maestria, esse alguém é Yehuda Devir.

Yehuda Devir
foto: instagram.com/jude_devir/

Descobri o ilustrador e designer gráfico quando vi um desenho dele no meu feed do Facebook e lembro de ter rido muito. Esse desenho fazia uma parte de uma série que ele mostra com muito bom humor o dia a dia ao lado de sua esposa Maya, que também é ilustradora.

Yehuda e Maya Devir
O casal Yehuda e Maya. foto: instagram.com/jude_devir/

Seus traços foram espalhados, curtidos e compartilhados mundo afora pela Internet e fez um sucesso tão grande que rendeu aos dois um projeto em colaboração, chamado One of Those Days, Collection 1.

foto: instagram.com/jude_devir/

O título, que em português seria Um Daqueles Dias, já resume bastante o que a gente encontra nessa série. Mostra quando duas pessoas apaixonadas decidem entrar para o maravilhoso mundo do relacionamento. Tem felicidade, tem paciência, tem briga, tem momentos maravilhosos a dois, tem de tudo. Até porque morar junto, é sem dúvida, uma arte.

Se você ficou curioso em conhecer mais do trabalho do Yehuda e da Maya, é só clicar no nome deles e conferir seus perfis no Instagram. Se ficou com vontade em comprar o One of Those Days é só ir no site do Yehuda clicando aqui. Eu vou esperar até chegar a versão em português (até porque tem mais de 10 livros para eu ler já. 😂)

Um Feliz Dia dos Namorados!

Uma das coisas que vira e mexe tô assistindo no YouTube são os vídeos de Get Ready With Me ou em bom português, Se Arrume Comigo. Eu fico vendo todo o passo a passo de beleza para uma maquiagem para sair e fico impressionada com o quanto de coisa elas fazem. Mas se é algo que deixam elas felizes, que façam. Até porque não tem que achar que é algo que tem que fazer, já que ninguém é obrigado a fazer nada.

Seguindo essa linha, tem umas youtubers que acompanho que se divertem de verdade na hora da maquiagem. Não é algo que vejo que elas fazem para seguir um padrão de beleza por que, convenhamos, ninguém é igual a ninguém e é aí que mora a verdadeira beleza. Você tem mesmo que se sentir livre para colocar um monte de maquiagem no rosto se quiser ou andar de cara limpa em qualquer lugar ou ocasião.

Mas voltando às youtubers. Tem 3 três que fiquei fã por usarem o bom humor em seus vídeos. Parecem que é um bate papo divertido entre amigas e isso, pra mim, faz toda a diferença. São elas Caroline Lima, Jessyca Sanses e Jaqueline Sobrinho.

Caroline Lima

Caroline Lima - YouTuber de beleza brasileira
foto: instagram.com/carolbelezaqueinspira

Opa, beleza!  É assim que Caroline sempre começa os seus vídeo em seu cana, o Beleza que Inspira que sempre mostra com muito bom humor o Se Arrume Comigo versão raiz, quando se é mãe e tem que arrumar um tempinho para cuidar de você dentre as milhares de tarefas do dia a dia que é trabalhar, cuidar da casa e dos filhos.

A gente percebe o quanto essa carioca e maquiadora profissional, batalhou para que o canal dela crescesse. Com o seu jeito despojado e engraçado, na companhia do marido, ela foi ganhando seu espaço, especialmente mostrando que dá pra fazer uma maquiagem de diva mesmo na crise. 😂

O resultado com seus quadros de Se Arrume Comigo, Diva na Crise, entre outros rendeu à Caroline quase 350 mil inscritos no YouTube.

Jessyca Sanses

Jessyca Sanses - YouTuber de beleza brasileira
foto: instagram.com/jessycasanses

Olá Mundo!  Esse é o bordão oficial de Jessyca Sanses. Conheci a macapense de 22 anos por acaso, quando eu via um Se Arrume Comigo aleatório e o vídeo dela apareceu como sugerido. O vídeo era da tag Tentei Reproduzir e ri do começo ao fim com ela tentando imitar uma maquiagem daquelas YouTubers famosas por suas maquiagem ultra mega power elaboradas.

Depois que assisti a esse assisti a mais outro e mais outro e quando vi já tinha assinado o canal. Acompanhei o crescimento absurdo de Jessyca que, com seu estilo hilário para falar de maquiagem está ganhando fãs a cada dia e em breve deve conquistar a marca de 1 milhão de seguidoras no YouTube.

Jaqueline Sobrinho

Jaqueline Sobrinho - YouTuber de beleza brasileira
foto: instagram.com/jaque.sobrinho

A carioca também usa do humor para seus vídeos, que varia entre coisas relacionadas à beleza e outros temas. Do mesmo modo que aconteceu com a Jessyca Sanses, um dos vídeos da Jaqueline apareceu para mim como sugerido pelo YouTube e ria muito assistindo.

Um dos quadros dela que foi para mim o mais divertido de todos foi o Expectativa VS Realidade onde ela comparou seu quarto com o da YouTuber Evelyn Regly. Qualquer semelhança é mera coincidência. 😂

Se ficou com vontade de assistir aos vídeos de Caroline, Jessyca e Jaqueline é só clicar em seus nomes. A diversão está mais que garantida.

Making Fun: The Story of Funko – #EuVi

Bárbara Gaia

1 de junho de 2018

Eu lembro muito bem do dia que comecei minha coleção de Funko Pop. Estava no meu antigo emprego e durante uma conversa entre meus amigos de trabalho, um deles falou de uma promoção que você ganhava um senhor desconto na compra de uma certa quantidade de funkos. Como o preço sairia bem em conta, resolvi que queria a versão fofa da Sininho. E foi um caminho sem volta. 😂

Funko Pop Sininho

Esses dias olhando a grade de documentário do Netflix (eu gosto de assistir a documentários) vi um que justamente contava a história do Funko. Intitulado Making Fun: The Story of Funko, o filme lançado no começo desse ano, apresenta durante uma hora e meia toda a trajetória dessa empresa que nos últimos tempos fez um baita sucesso e tem ganhado colecionadores e fãs ao redor do mundo.

Making Fun: The History of Funko

O começo

Tudo começou nos EUA em 1998 com Mike Becker, que trabalhava nessa época em uma loja de camisetas. Lá conheceu Rob Schwartz e os dois se tornaram grandes amigos principalmente pela paixão que os dois tinham em comum em objetos retrô. Através de Rob, Mike passou a conhecer ainda mais a cultura pop e passaram a viajar pelos Estados Unidos à procura de objetos dos anos 60.

Em uma dessas viagens conheceram Sean Wilkinson e os três decidiram então abrir uma empresa no qual eles pudessem trabalhar esse gosto que eles tinham em comum. Durante uma reunião em um bar decidiram que criariam e venderiam brinquedos bobble heads. Foi aí que nasceu a Funko, que é uma junção das palavras FUN, COMPANY e FUNKY.

Funko Pop

O bobble head do Austin Powers foi um sucesso e as pessoas começaram a conhecer a Funko. Foram 7 anos de bons resultados mas Mike começou a ficar exausto fisicamente e principalmente emocionalmente. Preocupado com sua saúde decide passar as operações da Funko para Brian Moriotti, um grande amigo e colecionador de bobble heads da Funko.

A mudança

Durante os dois primeiros anos sob nova direção as coisas não foram fáceis. Brian não estava conseguindo criar um produto de sucesso até que uma ligação da Warner com um novo pedido mudou as coisas. Brian, inspirado em um brinquedo de pelúcia, resolveu fazer o Batman, o Coringa e o Pinguim com as feições dos pops que conhecemos hoje (com a cabeça grande e os olhos pretos bem destacados) e o Pop! Vynil foi criado.

Funko Pop Tuxedo Mask

Durante uma feira de eventos, os compradores tradicionais do Funko odiaram o produto porque não era bobble heads. Mas um novo nicho havia sido criado onde mulheres e crianças passaram a comprar os produtos. E assim Brian resolveu diversificar um pouco mais os temas do funko, não indo só para o mundo HQ, passando a incluir bonecos de filmes, séries, desenhos animados e também personalidades do mundo da música e dos esportes.

Funko Pop Lara Croft

Aos poucos os fãs mais tradicionais passaram a mudar um pouco de ideia e o Funko Pop estorou nos quatro cantos do mundo. E o resto é história.

O que eu gostei do documentário foi ver principalmente que quando você ama dá aquela energia extra pra fazer acontecer. E que de uma simples viagem entre amigos pode nascer um verdadeiro império.

Hoje é Dia Mundial do Hambúrguer! Não sei o porquê da criação dessa data mas se é para comemorar a gente comemora! Eu acabei celebrando uns dias antes quando descobri pelas redes sociais que haveria hambúrguer de pão de queijo no cardápio do dia da Void e fui correndo garantir meu lugar na hora de almoço. Fiquei tão surpresa com o prato que resolvi dividir aqui com você.

Hambúrguer de Pão de Queijo

Mas antes do tão famoso hambúrguer, a House of Food

Para quem mora na zona sul do Rio de Janeiro está mais familiarizado com esse restaurante/cozinha compartilhada. A House of Food pertence ao publicitário Wolf Menke que em parceria com a loja Void (já bastante conhecida por Botafogo) trouxe para o Rio o conceito de espaço coletivo, que já é adotado lá em São Paulo. Através desse projeto a cada dia um novo chef monta seu cardápio. Com isso cada semana é um prato diferente: se você experimentou um prato da cozinha tailandesa na terça, por exemplo, provavelmente não vai ver esse mesmo prato na próxima terça-feira.

O intuito é fazer o pessoal experimentar sempre coisas novas e abre espaço tanto para chefs que estão começando, quanto aqueles que já são conhecidos mas não tem ainda um restaurante quanto aqueles já renomados que quer criar um novo prato e ver qual seria a aceitação.

Agora sim, o tal hambúrguer de pão de queijo

No dia que eu fui o cardápio foi criado por uma dupla de cozinheiros, donos do Macho Gourmet. A especialidade deles é justamente o hambúrguer de pão de queijo, feito com blends de carnes ou lombo ou shitake, com seus molhos deliciosos envoltos em um pão, feito de claro, pão de queijo.

Macho Gourmet
foto: instagram.com/machogourmet

Eu tinha escolhido um hambúrguer de lombo que havia sido marinado na laranja, limão siciliano e ervas, que foi acompanhado por mostarda, presunto, picles e queijo gratinado. O Hambúrguer Cubano, como foi batizado, está muito bem temperado e o pão feito com pão de queijo foi surpreendemente gostoso. O hamburguer com pão de gergelim será sempre um clássico mas esse com pão de queijo estava bem bom.

Quem quiser saber os próximos itinerários itinerários do Macho Gourmet é só acompanhá-los no Facebook e Instagram. Se eles estiverem fazendo alguma coisa pelo Rio durante o Dia Mundial do Hambúrguer, vale a pena conferir.

Kelly Clarkson – Meaning of Life: #EuOuvi

Bárbara Gaia

23 de maio de 2018

Tem uns meses atrás que eu falei sobre o programa The Voice USA e o quanto eu ficava pasma com o talento dos candidatos e na harmonia dos quatro jurados (Blake Shelton, Adam Levine, Alicia Keys e Kelly Clarkson) vendo eles se divertindo juntos. Kelly Clarkson sabe como ninguém como é esse processo e a ansiedade que é em busca do próximo grande nome da música, já que ela participou de um desses programas, o American Idol.

Kelly Clarkson: um ídolo americano

Aqui no Brasil ele ganhou o nome de Ídolos e o formato é quase o mesmo do The Voice, exceto que ao invés de cadeiras girando, os jurados falam se a pessoa vai ou não para Hollywood para começar as próximas etapas de classificação.

Kelly participou do American Idol de número 1, lá no ano de 2002. De lá pra cá ela veio construindo uma carreira sólida, com direito a dois Grammys em sua estante, álbuns de sucesso e músicas que viraram verdadeiros hits, como Since U Been Gone.

Um desses álbuns que venho escutando muitas e muitas vezes é o mais recente, de 2017, chamado Meaning of Life, considerado pela Rolling Stones um dos 20 melhores álbuns de pop daquele ano. Meaning of Life tem um pouco de rock e pop, mas sua essência é o r&b, acompanhado de letras que falam de amor próprio, amor perdido, amor encontrado, enfim. É um álbum que retrata muito a experiência acumulada das pessoas no alto dos seus 30 e poucos, que é o caso de Kelly.

Mas vamos as músicas de Meaning of Life!

Kelly Clarkson Meaning of Life

1. A Minute (Intro)

Sim, é um intro mesmo. Um breve porém marcante panorama do que esperar para esse álbum. Em beats que seguem seu flow, acompanhados pelo timbre de Kelly, que é UM TIMBRE.

Sometimes I need a minute just for me
I need a minute just to be
I need a minute just to breathe

2. Love So Soft

Também tem essa pegada r&b com aquelas batidas de mãos bem características. Parece que tem um estilo meio The Supremes mas com uma melodia mais atual, como a paradinha que acontece antes do refrão que lembra aquelas baladas r&b, e depois segue com um trombone que deu o tom para essa música.

3. Heat

Essa música tem um pouco do estilo dos álbuns anteriores de Kelly, puxado para o pop, acompanhado de segundas vozes, assim como Love So Soft, que parecem quase como um coral que clamam por mais calor, por favor. Porque a letra é essa, um pedido para resgatar o amor antigo que tá indo para o morno e quando isso acontece, é melhor rever a receita antes que esfrie e desande de vez.

4. Meaning of Life

A música que leva o nome do álbum é uma balada forte, especialmente pela força da bateria que dita a melodia. E no decorrer da canção, as batidas vão ganhando vozes que também lembram um coral como a música Heat. É uma balada para você ficar escutando e suspirando.

5. Move You

Também segue o estilo balada, com a mesma batida intensa da bateria mas pra mim pareceu mais uma balada estilo anos 80. Especialmente o som da guitarra, que me fez recordar de Every Breath You Take, do The Police. A letra da banda comandada por Sting fala de uma pessoa que praticamente suplica pelo amor de outra, Move You traz em sua poesia, um pedido parecido mas diferente, onde um espera uma transformação na vida do outro.

6. Whole Lotta Woman

Essa música é um hino bem ao estilo Confident, de Demi Lovato.  Daquelas mulheres confiantes, que sabem o que querem, não tem medo de ir atrás e sabe que vão conseguir. Começa com um som do pandeiro, típico das músicas r&b dos anos 60 e vai seguindo com uma batida ritmada da bateria e dos beats.

I’m a whole lotta woman
(From the way I walk and toss my hips)
I’m a whole lotta woman
(From the sound to my voice to the gloss on my lips)
I said I’m a whole lotta woman
(Anything I see I want, I get)
I’m a strong, badass chick with class and confidence

7.Medicine

Essa música tem um baixo bem característico que se completa com o coral de vozes, com os beats e um pandeiro tímido mas que cumpre seu papel. É aquela canção que celebra o fim de um amor com muita festa. Mesmo.

Bet you won’t like to hear that
Since we’ve been over got that stress off my back
I’m living my life like a celebration
Changed up my vision like a revelation

8. Cruel

Já essa próxima é outra baladinha que usa bastante bateria, baixo e segundas vozes mas onde o recado é “não seja tão cruel. Eu amo tanto você e você parece que não me ama tanto quanto eu te amo”. Quase parece um blues tamanha a carga de emoção.

9. Didn’t

Tem um beat que particularmente gostei muito, principalmente produzido pelo baixo. Nessas últimas canções tem um presença bem forte do baixo. É aquela batida que você fica sacudindo a cabeça tentado seguir a melodia. Continua com a pegada r&b que se tornou a marca registrada de Kelly nesse álbum.

10. Would You Call That Love

Tem uma produção que me lembrou um pouco as músicas românticas das cantoras de r&b dos anos 90, que dessa vez vi o piano como condutor.

11. I Don’t Think of Tou

O piano mais uma vez ganha destaque junto com a voz poderosa de Kelly. Pareceu também um pouco as baladas românticas das cantoras de r&b dos anos 90, como Mariah Carey, que também sempre gostou de usar melodias no piano com segundas vozes femininas ao fundo. A canção vai ganhando impacto quando aparecem violinos.

12. Slow Dance

Bem ritmado na bateria, que ganha a companhia dos pratos e de um teclado, ao invés do piano para ficar com aquele ar de canção bem smooth, cara do r&b dos anos 60. A voz de Kelly aqui é bem aveludada, quase que sussurrando. O solo de guitarra, que é tão delicado quanto, deu o toque final. Pra mim se tornou uma das minhas favoritas.

13. Don’t You Pretend

Como eu gosto de música que começa com estalar de dedos! Don’t You Pretend começa bem calminha e depois vem com o impacto de uma bateria e de trompetes para depois voltar a ser calminha. É uma montanha-russa de ritmos e vozes, que parece seguir com a montanha-russa de sentimentos da letra, onde uma pessoa fala para outra parar com o orgulho e a vaidade e se entregar um ao outro ao sentimento de uma vez por todas.

14. Go High

O álbum fecha com chave de ouro, com a minha canção favorita: Go High. É uma mistura de beats com uma melodia mais contemplativa, com direito a tudo: bateria, estalar de dedos, piano, coral e claro a voz de Kelly Clarkson que aqui é usada a mil pulmões para a mensagem dessa canção: que a perseverança vale a pena.

But I won’t give up
I’ll keep giving love
Runs through my blood
I’ll never give up

Meaning of Life é um novo capítulo na vida profissional e pessoal de Kelly Clarkson pois é o primeiro álbum lançado por outra gravadora que não a RCA Records, onde ela esteve por 15 anos por conta de seu contrato com o American Idol.

Percebemos que o pop continua mas dessa vez Kelly dita as regras e deixa seu gosto musical ganhar vez. É um álbum que vale a pena escutar não só pelo bom trabalho feito musicalmente mas pela beleza que é ver uma pessoa resgatando sua autonomia e dando voz à liberdade.

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Bárbara Gaia

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