ATORmentado: #EuCurti

Bárbara Gaia

21 de maio de 2018

Já comentei aqui o quanto eu acho maravilhoso o poder que a Internet tem levar voz e vez para pessoas que talvez não tivessem muitas oportunidades, especialmente se tratando do mundo do entretenimento. Quantos artistas musicais começaram postando seus vídeos no YouTube timidamente e hoje estão fazendo sucesso? Os atores também e acredito que em pouco tempo o Pedro, do canal ATORmentado seja um deles.

ATORmentado
foto: facebook.com/pedroatormentado

O menino está ganhado cada vez mais inscritos e fãs com seus vídeos bem humorados falando de questões e coisas do cotidiano que muita gente se identifica. Desde os grupos do WhatsApp, ao fato dele estar ficando adulto e não estar gostando nem um pouco, à maravilhosa (#sóquenão) segunda-feira na vida de quem tem que acordar cedo pra trabalhar.

O mais legal é que seus vídeos, que tem em média 200.000 visualizações não é feito com uma mega produção, cenário ou edição de filme de Hollywood. É tudo feito com uma câmera de frontal celular, na vertical, provando que o que faz sucesso é mesmo o conteúdo. Quando alguém tem um boa história para contar, a gente quer é ouvir essa história. Não importa como, não importa onde.

Atualmente a página do YouTube do Pedro, o ATORmentado, tem quase 250 mil inscritos e pelo bom humor que ele demonstra a cada nova história sua, esses números só aumentarão. Procurei pela web um biografia sobre o Pedro mas não consegui encontrar mas isso também é questão de tempo para aparecer.

Quem quiser começar a segunda-feira com o astral lá em cima, aconselho assistir aos seus vídeo aqui. Mas assista no horário do almoço ou na ida ou volta do trabalho porque você vai querer ver um vídeo atrás do outro.

Naquele momento que você tá de bobeira, o que você faz? Eu leio um livro, vejo o que tem de interessante no Netflix ou fico no celular vendo vídeo no YouTube e os stories do Instagram. Em uma dessas vezes pelo Instagram, vi uma sequência de vídeos de um amigo meu, de mais de 15 segundos, que “magicamente” pareciam que não tinham cortes. Para minha alegria, ele dividiu com a galera o app responsável: o Filmr.

Filmr App

Lógico que curiosa do jeito que sou, fui procurar por esse tal app para testar e compartilhar por aqui. Eu nunca tinha ouvido falar no Filmr e quando baixei o app, fiquei surpresa e gostei do que vi. Ele faz com que você consiga editar seus vídeos, desde cortar as partes que você não quer a adicionar mais de um vídeo se tornando um filme maior.

Os recursos do Filmr

Para criar seus vídeos, ele dá duas opções: ou pegar seus vídeos da sua galeria ou gravar dentro do app, só que utilizando bonequinhos em 3D próprios do aplicativo. Não tem como gravar direto do Filmr sem essa opção dos bonequinhos. Essa foi a única coisa que não curti muito.

Então selecionei um vídeo que fiz da minha estante, que já falei dela aqui no blog, que recentemente ganhou uns quadros que eu já tinha e um outro, novo. Quando você seleciona o vídeo no app, tem um botão azul logo abaixo, na esquerda. Escolhendo ele é possível aumentar ou diminuir a velocidade da filmagem, tirar o som original ou aumentá-lo gradativamente, dividir a filmagem em cortes (como aqueles que YouTubers adoram fazer), entre outras funções.

(não filmei na horizontal porque estava testando para o stories do Instagram 😂)

Depois de editar do jeito que você desejar, na parte de cima tem outras opções: música, texto, filtro e formato.

Na Música é possível ter a trilha sonora que você quiser, só que é gratuito por até 30 segundos. Se seu vídeo tiver mais de 30 segundos, você terá que optar por comprar a música ou escolher uma música que você já tenha em seu celular.

Na parte de Texto você pode escrever o que desejar que apareça no vídeo. Ele dá uma opção limitada de tipografias e para utilizar o restante, tem que usar a versão paga. As cores disponíveis são todas gratuitas, que vão de tons opacos a fluorescentes e em degradê.

Para terminar a edição do seu vídeo tem também como acrescentar Filtros, parecidos com os que tem no Instagram. Assim como no Texto, ele disponibiliza uma parte de opções gratuitas e para utilizar todas terá que assinar a versão premium. Em Formatos, você escolhe como seu vídeo vai aparecer, se em uma forma mais vertical, quadrado (como se você um vídeo do Instagram), horizontal, etc.

“Aumentando o tempo” do stories do Instagram

Todas esses recursos já são bem legais mas deixei o melhor para o final. Se você costuma ver e postar stories no Instagram, ao selecionar a parte de compartilhamento no canto superior à direita, o app oferece as opções de mostrar seu vídeo em redes sociais como Instagram, Facebook e YouTube, salvar na galeria do seu celular ou exportar para o stories do Instagram.

Quando você opta pelo stories, o Filmr automaticamente dividi o seu vídeo no tempo limite. Então quando você posta seus stories, parece um vídeo de mais de 15 segundos e você nem percebe os cortes. 👍

Se você quiser experimentar o Filmr (tem um site explicando todos os recursos dele), ele é gratuito para iOS e Android e tem uma versão premium, com mais recursos.

Bons vídeos!

Whiplash – Em Busca da Perfeição: #EuVi

Bárbara Gaia

30 de abril de 2018

Esse é um daqueles filmes que você fica agoniado e falando “por quê?” umas mil vezes, do começo ao fim. Whiplash, lançado em 2014, chamou minha atenção pela trilha sonora, que enaltece o jazz, mas a partir do momento que você assiste, você meio que esquece devido a tensão que esse longa traz.

Whiplash

A história gira em torno de Andrew, papel de Miles Teller que muita gente o conhece mais pela série Divergente mas que eu lembro pelo filme O Poderoso Agora, um rapaz de 19 anos que estuda em uma prestigiado conservatório de música e sonha ser uma lenda na bateria. Para isso ele tenta fazer parte da banda principal, comandada por Terence Fletcher, interpretado pelo brilhante J.K. Simmons.

foto: imdb.com

Agora você vai entender porque classifiquei Simmons como brilhante (se você conhece o trabalho dele vai concordar comigo). Em Whiplash o ator dá vida ao implacável e até um tanto quanto sociopata Terence Fletcher, que na busca de descobrir a próxima lenda, usa métodos bastantes questionáveis. Ele xinga, maltrata e às vezes até agride seus alunos, que por ter a fama de transformar aspirantes a músicos a músicos com uma carreira sólida e de sucesso, continuam em sua banda.

Whiplash
foto: imdb.com

A parte do brilhante é que logo lembrei de Simmons no papel de Mac MacGuff, pai de Juno, interpretado por Ellen Page, no filme de mesmo nome. Quando ele descobre que sua filha adolescente esta grávida a apoia em todos os momentos, inclusive quando ela decide entregar seu filho a um casal que está tentando adotar uma criança há bastante tempo.

Daí ver Simmons sendo Fletcher, esse professor de música completamente desalmado, e relembrar do compreensível e amoroso MacGuff, a minha única reação e conclusão só seria mesmo pensar o quanto esse ator é brilhante.

Whiplash
foto: imdb.com

Mas voltando à Whiplash. Andrew quer ser um ás da bateria e decide continuar na banda de Fletcher mesmo sabendo dos riscos à sua saúde mental e até mesmo física. Termina um namoro, quase não fala mais com o pai e passa a respirar música, se submetendo aos maus tratos de Fletcher para manter o posto principal de baterista da sua banda.

Whiplash
foto: imdb.com

Whiplash é agoniante de assistir mas é um filme incrivelmente bem contado e atuado. Ele leva ao público o questionamento de até onde você iria para realizar um sonho e se no fim das contas, valeu a pena.

Para quem quiser assistir, o filme está na grade do Netflix.

As divertidas animações de Fran Solo: #EuCurti

Bárbara Gaia

16 de abril de 2018

Que a Internet é um poço de informações para você conhecer e aprender coisas novas ninguém duvida. Mas que é também um lugar de entretenimento isso todo mundo concorda. Durante aqueles momentos que você só quer dar uma passada no feed encontrei um post bem divertido feito pelo Fran Solo.

Fran Solo
foto: facebook.com/fransoloface

O diretor de arte/desenvolvedor de Valência, Espanha, se tornou conhecido nas redes sociais pelas suas artes em usando graphic motion. A técnica, também conhecida como animação, videografismo ou simplesmente motion utiliza um pouco do conhecimento em design e em cinema.

No caso de Fran ainda acrescenta elementos 2D (a.k.a desenhos fofinhos) ao vídeos. Antes de ter essa ideia, o design fazia graça com personagens de desenhos animados conhecidos mas em artes sem a utilização de vídeo. A grande sacada dele foi fazer um conteúdo voltado para coisas do dia a dia sob uma diferente ótica: a dos objetos.

Com muito humor ele narra a cada vídeo uma historinha com uma fruta, alimento, celular ou qualquer outro objetos real, misturando com uma animação feita por ele. Desde uma pera fazendo seus exercícios matinais a marshmallows tendo um SPA day em um caneca de chocolate quente.

A maioria das histórias acontecem em um escritório, que acredito ser a agência de Fran Solo, a  Solo Interactive, especializada design, desenvolvimento e claro, motion. Fran ilustra seu alter ego desde que era bem pequeno. mas só há uns anos que ele resolveu se dedicar à animação e tem tido bons resultados. 🙂

O Instagram de Fran Solo já conta com mais de 300 mil seguidores (eu sou um deles) e se depender dessas suas ideias mirabolantes o numero não vai parar de crescer.

Aproveita agora a hora do almoço para conferir o trabalho do Fran Solo e se divertir um pouquinho nessa segunda-feira. 😊

The Joel McHale Show with Joel McHale: #EuVi

Bárbara Gaia

11 de abril de 2018

Eu adoro uma comédia e deve ser o conteúdo que mais assisto na TV. Um dos programas que acompanhava desde quando TV a cabo chegou em casa era o The Soup, do canal E!. A ideia era ter um apresentador comentando sobre os programas mais bizarros que passava na grade da TV americana. Criado em 2004, The Soup teve vários apresentadores, entre eles Joel McHale, que ficou até o fim, em 2015.

The Joel McHale Show

De todos os apresentadores que passaram pelo The Soup, Joel McHale foi, pra mim, o mais engraçado. Sempre com um tom meio sarcástico, ele analisava os programas que estavam no ar em vários canais e fazia seu comentário pra lá de ácido. Para mim surpresa eles resgataram a essência do The Soup em um programa original Netflix: o The Joel McHale with Joel McHale, que claro, traz Joel McHale.

Com um novo episódio sempre aos domingos, Joel continua com seu humor meio Chandler Bing (acho que deve ser por isso que gosto) e no primeiro episódio fez suas piadas para programas “reality show” como o The Bachelor, fez um esquete muito engraçado sobre sua chegada no Netflix, que contou com a presença de alguns atores das séries originais mais famosas, incluindo a atriz Alison Brie que fez Glow e já trabalhou com Joel em Community (que também era hilária!).

Como a Internet se tornou praticamente a TV de hoje em dia, Joel faz um panorama dos vídeos mais sem-noção que estão sendo publicados e também mostra algumas produções internacionais que são, digamos assim, bem peculiares.

Outra coisa que achei muito engraçada é que a cada episódio a música que fecha o programa é diferente. Elas falam sobre como ninguém presta atenção nos créditos finais e que fazer uma música para isso é uma perda de tempo.

Quem gosta de uma boa comédia despretensiosa para entreter durante uma tarde de domingo, Joel McHale é o que você procura. Ainda não apareceu nada do Brasil mas sei que vai aparecer logo, logo. 😂

Redes Sociais

Bárbara Gaia

Aqui você vai encontrar tudo que tenho lido, visto, ouvido e curtido ultimamente. Dicas de livros, séries, filmes, músicas, lugares interessantes e mais. Seja bem-vindo(a) ao meu checklist! ;)